ENGIE vai investir mais de R$ 400 mil em ações de conservação da água e da biodiversidade
19/08/26
Na primeira edição, foram selecionados cinco projetos com ações exclusivas para o bom uso e a conservação da água, contemplando os estados da Bahia, Ceará e Rio Grande do Norte. Os vencedores foram os projetos “Barreiras Verdes”, para o controle de processos erosivos em áreas de corpos hídricos em municípios da Bahia; “Corredores Hídricos do Litoral Cearense”, para a proteção e recuperação de nascentes no Ceará; “Do Céu à Torneira”, para aproveitamento da água da chuva em Umburanas (BA); “Projeto + Verde”, para a proteção e recuperação de nascentes no município de Assú (RN); e o projeto “Reuso Rural”, para reuso da água, também em Assú (RN).
“O reconhecimento por meio do edital da ENGIE representou um marco importante, pois valida tecnicamente e fortalece institucionalmente o projeto. Esse apoio é fundamental para ampliar o impacto das ações voltadas à proteção e recuperação de nascentes, especialmente em regiões sensíveis”, afirma o engenheiro ambiental Paulo Matiel Carvalho Ribeiro, diretor da empresa Kaatinga Engenharia, responsável pelo projeto “Corredores Hídricos do Litoral Cearense”.

Outro vencedor, o projeto “Do Céu à Torneira”, em Umburanas, na Bahia, leva informação para estudantes da região. “O projeto transforma a vida das crianças e jovens. Após as palestras, eles têm um novo olhar para as questões de chuva e escassez de água. Para nós, é um prêmio que reforça o compromisso socioambiental e sustentável”, afirma a professora Araújo da Silva Carvalho, que é proprietária da Araújo Assessoria e Consultoria Socioambiental, responsável pela iniciativa.
No Rio Grande do Norte, a Organização Atitude Social e Ambiental (OASA) foi uma das vencedoras com a iniciativa “Projeto + Verde”, para a proteção e recuperação de nascentes no município de Assú. “O reconhecimento pelo edital permitiu acelerar ações estratégicas de proteção e recuperação de nascentes, contribuindo diretamente para a segurança hídrica, a restauração da Caatinga e o engajamento das comunidades locais. Além dos benefícios ambientais, a iniciativa promove educação e mobilização comunitária, fortalecendo um modelo de restauração sustentável e participativa”, destaca a ambientalista Anne Delgado, presidente da OASA.
