top of page

Com 3º maior investimento do país, saneamento básico de Florianópolis salta 4 posições em lista

23/03/26

Com 3º maior investimento do país, saneamento básico de Florianópolis salta 4 posições em lista

Divulgação/ND Mais

O saneamento básico de Florianópolis melhorou quatro posições no Ranking do Saneamento 2026, índice elaborado anualmente pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados.

Agora, a capital ocupa o 44ª lugar entre as 100 cidades mais populosas do país, quatro posições acima do que alcançou em 2025, quando estava em 48º lugar. A melhora reflete outro indicador monitorado pelo grupo, o de investimento no setor.

Segundo o Ranking do Saneamento, Florianópolis teve o 3º maior investimento per capita entre as capitais em saneamento básico, uma média de R$ 216,73 por habitante, o que deu um total de R$ 624,59 milhões entre 2020 e 2024.

O Ranking do Saneamento é composto pela análise de três dimensões do saneamento básico em cada município: “Nível de Atendimento”, “Melhoria do Atendimento” e “Nível de Eficiência”.

Os indicadores revelam ainda que a capital catarinense tem 96,67% de atendimento de água, 67,66% de coleta de esgoto e apenas 63,15% de tratamento de esgoto.

Além disso, Florianópolis tem índice de perdas na distribuição de água de 37,35%, acima do limite de eficiência de 25% definido pela Portaria nº 490/2021 e também acima do patamar dos municípios mais bem colocados no ranking.

Em nota, a Casan (Companhia Catarinense de Águas e Saneamento) afirmou que investiu R$ 643 milhões entre 2019 e 2024 em obras de infraestrutura de água e esgotamento sanitário em Florianópolis.

Além disso, direcionou mais R$ 146 milhões em Sistemas Integrados (como a ETE Potecas e a ETA Biguaçu) em que a capital é beneficiada diretamente por meio do tratamento de esgoto ou captação e tratamento de água.

Em relação às perdas de água, a concessionária alegou que atua de forma contínua para reduzir o problema por meio do Programa de Redução e Controle de Perdas.

“A Companhia vem ampliando investimentos em monitoramento da rede, controle de pressão e substituição de tubulações antigas, entre outras ações fundamentais para diminuir vazamentos e melhorar a eficiência do sistema”, relataram.

bottom of page