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Cerimônia da Sapatilha: bailarinas da Escola Municipal de Dança participam de transição

Cerimônia da Sapatilha: bailarinas da Escola Municipal de Dança participam de transição

29/08/25

Água passa a ser ativo estratégico e impacta no valor de mercado das empresas

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Água passa a ser ativo estratégico e impacta no valor de mercado das empresas

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09 - 12

Setembro

Curso Online: Sistema de Disposição Oceânica de Efluentes Sanitários: Noções básicas.

09:00 - 13:00

Categoria:Cursos AESabesp - Online

16 - 25

Setembro

Curso On-line: Regulação ESG: aplicação e prática no setor de saneamento – avançado

14:00 - 17:00

Categoria:Cursos AESabesp - Online

29 - 02

Outubro

Curso Online - PSA - Plano de Segurança da Água

09:00 - 13:00

Categoria:Cursos AESabesp - Online

14

Novembro

Curso presencial: Técnicas de Soldagem em tubos e conexões de polietinelo - Eletrofusão

08:00 - 17:00

Categoria:Cursos AESabesp

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Qual a literatura recomendada para estudos sobre
química aquática e suas aplicações na engenharia?

Por Sidney Seckler

Fundamentos de Química Aquática e suas
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Por Sidney Seckler

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Vinte e uma bailarinas participaram nesta quinta-feira (28) da Cerimônia da Sapatilha de 2025, na Escola Municipal de Dança, um dos momentos mais aguardados do calendário da instituição. O evento marca a transição das alunas para uma nova etapa na formação artística, celebrando a dedicação, o esforço e o crescimento de cada uma ao longo do ano letivo. Familiares, professores e convidados estiveram presentes para prestigiar as apresentações e a passagem das alunas para o uso das sapatilhas de ponta — um marco técnico e simbólico na formação artística.

A secretária de Cultura, Waleska Freire, destacou a importância do momento tanto para as alunas quanto para o desenvolvimento da cultura na cidade. “A Cerimônia da Sapatilha é mais do que uma celebração artística — é o reconhecimento do talento, da disciplina e da trajetória dessas jovens. A cerimônia simboliza uma história de superação e amor pela dança. A escola cumpre um papel fundamental na formação dessas artistas, e é um orgulho para a gestão apoiar iniciativas que valorizam a cultura e transformam vidas”, afirmou.

As bailarinas que participaram da cerimônia foram: Amanda Berlink Moreira; Ana Clara Couto Silva; Anna Alice Santos Cruz; Beatriz Rita Miranda Alves; Clara Freixo Alcântara; Dandara Antunes Zarour Rogério; Erika Santiago Gonçalves; Gabriella Silva Barreto; Gabriela da Silva Garcia; Gessiane Rodrigues Lopes; Giovana Rodrigues Batista Passos; Laura Prata Fernandes; Lethicya Rabello P. F. Beppler; Maria Alice dos Santos Lima; Maria Alice Soares Rocha; Maria Antônia Caetano Lima; Nicolly Adrya da Silva Andrade; Rafaela Vianna Pereira;  Raquel de Souza Figueiredo; Sara Piazza Lacerda e Yasmin Soares de Souza.

Famílias se emocionam com a conquista da sapatilha de ponta

A mãe Carla Ferreira ressaltou a importância da cultura na formação da filha e celebrou a conquista de Gabriela Barreto. “A cultura abre horizontes, e o balé é fundamental para a postura e a disciplina. São anos de dedicação. A Gabriela faz balé desde os cinco anos e, agora com 13, evoluiu para a sapatilha de ponta. Todos os funcionários da escola são importantes. É tudo de bom, só tenho a agradecer”, disse.

Gabriela, aluna do sétimo ano, compartilhou o que mais a encanta na dança. “Gosto da forma de expressão. É um jeito de transmitir sentimentos em silêncio, dançando. Vou me dedicar ainda mais e conciliar com os estudos”, expressou.

Clara Alcântara, que também festejou sua sapatilha de ponta nesta quinta-feira, pratica balé há sete anos. “Sempre sonhei em ser bailarina. Talvez não siga profissionalmente, mas quero continuar, pode ser como hobby. Amo o que faço e amo evoluir”, contou.

A irmã mais nova, Nalu, revelou estar inspirada pela trajetória de Clara. “Além do meu desejo de receber a sapatilha de ponta, quero evoluir profissionalmente”, afirmou.

A mãe das duas, Mayara Alcântara, não escondeu a emoção. “É muito orgulho ver esse momento acontecer”, declarou.

Diretora enaltece coragem e disciplina das jovens bailarinas

Para a diretora da Escola Municipal de Dança, Cláudia Tenório, a sapatilha de ponta representa mais do que um simples calçado — ela simboliza horas incontáveis de dedicação e, principalmente, de superação. Para ela, trata-se da materialização da coragem de enfrentar desafios, de cair e levantar, de persistir até conseguir.

- Cada bailarina começou sua história com passos tímidos, sapatilhas de meia ponta e o coração cheio de vontade, começando como uma brincadeira disfarçada no Pré-Ballet, pois de forma lúdica a matéria era passada e principalmente um trabalho de sedução era feito para fazê-las continuar. A maioria delas começou aqui com 5 aninhos. Foram anos de treino intenso, músculos doloridos, lágrimas discretas… e também risos, abraços e conquistas silenciosas. Foram anos de muito empenho, disciplina e companheirismo da sua família e olha....olha aonde vocês chegaram. Temos um nível de exigência alto que não disciplina somente as alunas, mas também toda a família e não é fácil manter essa rotina de comprometimento – discursou a diretora da Escola Municipal de Dança, Cláudia Tenório.

Há 13 anos como diretora da E.M.Dança, Cláudia assinalou que nesta quinta-feira, a Escola se torna mais do que um espaço para a dança, se torna um momento de sonhos realizados. “É uma enorme satisfação vivenciar este momento tão importante para essas meninas que vimos crescer aqui dentro da escola. Quero aproveitar a oportunidade para iniciar agradecendo a cada um dos funcionários da Família E.M.Dança, sem a dedicação e comprometimento de vocês não seria possível chegar a este momento”, salientou.

Antes de serem chamadas nominalmente, Cláudia informou que a cerimônia simboliza o recebimento da sua sapatilha das mãos de sua família e também um certificado de reconhecimento por todo o caminho percorrido. “Recebam a confiança de que estão prontas para novos desafios e a certeza de que todo esforço valeu a pena”, atestou.

A ponta do esforço: a nova etapa na formação das bailarinas

A Escola Municipal de Dança tem como Coordenadora Técnica a Maitre de Ballet, Cristine Ximenes e a professora coreógrafa Luize Helena.

Cristine Ximenes falou sobre o significado da transição para a sapatilha de ponta e os desafios que acompanham esse novo momento. Para ela, a entrega da sapatilha de ponta marca o início de uma nova etapa para as alunas, que agora aliam a dedicação já cultivada ao aumento da responsabilidade na formação artística. Cristine Ximenes acentua que o crescimento técnico e pessoal das bailarinas depende diretamente do empenho individual de cada uma. “Temos um plano de aula específico para cada fase, e a sapatilha de ponta vem como um prêmio para aquelas que permaneceram firmes até aqui. É fruto de uma parceria fundamental entre a escola e as famílias”, afirma.

Segundo a coordenadora, o processo exige mais esforço e preparação. “A sapatilha de ponta é um objeto diferenciado no pé. Passa a ser como uma segunda pele para a bailarina. Por isso, é necessário fortalecimento muscular, dedicação, tudo isso faz parte do caminho para alcançar o objetivo”, observa Cristine.

Após o impacto da pandemia, ela celebra o retorno das formações completas: “Estamos, finalmente, retomando esse momento de alegria. Depois de tanto tempo, voltamos a ter uma turma grande saindo da meia-ponta e assumindo a sapatilha de ponta. Em breve, veremos grandes bailarinas surgindo desse processo”, avaliou.

Cristine reforça seu compromisso com a Escola Municipal de Dança: “Meu objetivo é entregar o meu trabalho e o meu profissionalismo à escola, contribuindo para formar não apenas bailarinas, mas artistas completas”, comentou. 

Segundo a professora coreógrafa Luize Helena, a caminhada até as sapatilhas de ponta e até este momento tão especial da Cerimônia da Sapatilha foi um mergulho profundo em dedicação, entrega e paixão pela dança. "Cada aula nos últimos dezoito meses foi marcada pelo compromisso das bailarinas em ir além da técnica: buscamos interpretação, musicalidade e expressão artística, aquilo que torna cada uma única e especial", definiu.

De acordo com Luize, foi um processo de crescimento individual e coletivo. "No qual presenciamos não apenas a evolução como artistas, mas também a superação do medo, dos desafios corporais e a conquista da confiança em si mesmas. Cada bailarina que hoje celebra dedicou anos à dança, e é por isso que sinto um orgulho imenso de cada uma", assinalou, acrescentando que mais do que dançar, elas estão se edificando como seres humanos. "Acompanhar esse florescimento me realiza profundamente como arte-educadora", comemorou.

Variações Clássicas marcam a Cerimônia da Sapatilha

Para celebrar a cerimônia, a aluna Lethicya Rabello Beppler apresentou a Variação de “Paquita”; a aluna Gabriela Garcia apresentou a Variação de “Kitri” e a aluna Gessiane Rodrigues apresentou a variação de “Payssant”.

A variação de "Paysant" é uma coreografia do ballet "Giselle", criada em 1840. Ela é uma variação feminina que faz parte do grand pas de paysant, que retrata uma camponesa durante as festas de colheita de uvas.

Paquita é um ballet-pantomina, significa dizer que é um balé em que dançarinas (os) se manifestam mediante a mímica, gestos, expressões fisionômicas e corporais. Esse formato de ballet, que foi popularizado no século XIX, é considerado o arquétipo (modelo) do Ballet Clássico. Kitri é a variação feminina do ballet Dom Quixote. Conta com grandes saltos.

Sobre a escolha das variações, Luize explicou que foram escolhidas com cuidado e sensibilidade, considerando tanto o perfil artístico e técnico de cada bailarina quanto o momento de sua trajetória. "Desejávamos que cada uma pudesse se desafiar e, ao mesmo tempo, se reconhecer na personagem e na energia de sua variação. Assim, cada escolha se transformou em reflexo da personalidade, da força e da delicadeza das nossas bailarinas, revelando no palco o brilho singular que habita em cada uma delas. Gostaria de agradecer especialmente aos responsáveis e a equipe da EMDança pela parceria diária para elas conquistarem as pontas", concluiu. 

Quando o sonho encontra o palco: a Cerimônia da Sapatilha

A mensagem dada às bailarinas pela Escola Municipal de Dança mostra a importância da transição das alunas para o uso das sapatilhas de ponta:

“Meninas... era uma vez um sonho. Um sonho que nasceu pequeno, nos pés que mal alcançavam o chão.

Pés inquietos… que, com o tempo, aprenderam a falar a linguagem da dança. Foram anos de passos cuidadosos, de quedas e recomeços. Foram dias de músculos cansados, de pés machucados, mas também de coração pulsando forte, cheio de esperança. A sapatilha de ponta… não é apenas o acessório mais importante da dança. Ela é o marco de uma nova etapa. Ela é o ‘Eu consegui’ depois de cada lágrima, o ‘Eu posso’ depois de cada dúvida, o ‘Eu sou’ depois de cada ensaio silencioso.

Hoje, cada bailarina traz consigo não só técnica… mas histórias. Histórias de coragem, de amizade e de superação. Recebam com todo carinho o símbolo eterno de sua jornada, a sua primeira sapatilha de ponta. Devemos hoje relembrar com gratidão, as professoras e professores de cada etapa, sem eles não seria possível chegar até aqui.

Queridas bailarinas, que esta sapatilha seja a lembrança de que vocês podem sim alcançar qualquer coisa e que a dança sempre será o seu lar. Agora começa uma nova etapa do seu sonho de ser bailarina. Porque ainda não acabou. Agora inicia a etapa mais importante”.

Cerimônia da Sapatilha: bailarinas da Escola Municipal de Dança participam de transição

A água deixou de ser apenas um insumo operacional e passou a influenciar diretamente o valor de mercado das empresas. Relatório da MSCI aponta que companhias com baixo desempenho ambiental podem sofrer descontos de até 5% no valuation, reflexo da pressão crescente de fundos e auditorias ESG por métricas de resiliência hídrica.

A falta de gestão eficiente do recurso e do reúso impacta principalmente indústrias em regiões críticas. Soluções como perfuração técnica de poços, reúso por eletrodiálise reversa e monitoramento digital em tempo real têm ajudado empresas a proteger seus ativos, reduzir perdas e se adequar às exigências do mercado. “A água se tornou um ativo invisível, mas decisivo. Quem não sabe quanto consome, como reutiliza ou onde perde, não está apenas desperdiçando recursos, está desvalorizando o próprio negócio”, afirma Fabrício Zapata de Oliveira, Diretor da Engeper Ambiental.

Exemplos práticos já mostram resultados concretos: em uma indústria de bebidas, a adoção dessas tecnologias reduziu em 90% a condutividade da água, recuperou 80% do volume de concentrado da osmose e permitiu incluir indicadores de resiliência hídrica em relatórios ESG, fator decisivo em auditorias e negociações com investidores.

Com a intensificação de eventos extremos e 12% dos municípios industriais enfrentando algum grau de escassez, tratar a água como ativo estratégico tornou-se essencial. Empresas que não adotam práticas de gestão hídrica correm riscos financeiros, reputacionais e de acesso a capital, enquanto as que se antecipam ganham competitividade no mercado. “A empresa que não trata água como ativo estratégico vai sofrer não só financeiramente, mas também em reputação e acesso a capital. A hora de agir é agora”, conclui Zapata.

Água passa a ser ativo estratégico e impacta no valor de mercado das empresas

O Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) reforça a importância do consumo responsável da água, especialmente diante do elevado consumo registrado no último fim de semana em Uberlândia.

No sábado (23), a média de consumo por habitante ultrapassou os 300 litros diários – quase três vezes acima da recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que orienta o uso de até 110 litros por dia.

O Dmae reafirma seu compromisso de garantir fornecimento de água de qualidade aos cidadãos e ressalta os constantes investimentos na ampliação de sua rede de distribuição. Porém, alerta a necessidade de preservação do recurso hídrico, lembrando que cada gesto conta: adotar hábitos conscientes, como reduzir desperdícios, utilizar a água de forma equilibrada e valorizar esse recurso essencial, fundamental para a sustentabilidade de Uberlândia.

Dicas para economizar água:

– Evitar banhos demorados;

– Desligar o chuveiro na hora de ensaboar, passar o xampu e o condicionador, religando-o somente na hora do enxágue;

– Fechar a torneira enquanto se escova os dentes;

– Ensaboar toda a louça suja para depois ligar a torneira e enxaguar os utensílios;

– Não deixar alimentos descongelando sob a água corrente;

– Corrigir vazamentos dentro de casa;

– Trocar a mangueira por vassoura na hora de lavar a calçada e a rua;

– Esperar juntar uma boa quantidade de roupa para ligar a máquina;

– Reutilizar a água da máquina de lavar roupa para limpar o quintal ou lavar o carro;

– Usar um balde e um pano para limpar o carro.

Dmae alerta sobre alto consumo de água em Uberlândia

Nesta quarta-feira, 27, a Corsan iniciou as obras de ampliação do sistema de esgotamento sanitário em Estância Velha, com investimento superior a R$ 22,2 milhões. Depois de finalizadas, vão beneficiar cerca de 16,9 mil famílias, permitindo que cerca de 650 piscinas olímpicas de esgoto sem tratamento deixem de ser lançados no meio ambiente.

Nesta etapa inicial, as intervenções ocorrerão nas ruas Humaitá e Marcílio Dias, em um trecho de aproximadamente 200 metros de rede, beneficiando cerca de 80 economias locais.

A partir de 1º de setembro, novas frentes de obra avançarão pela Avenida Primeiro de Maio, Willy Fleck, Aloisio Pedro Seguer e Carlos Antônio Bender, conforme o cronograma acordado com a Prefeitura. Durante as intervenções, poderá haver interdição temporária de vias e desabastecimento pontual de água.

Porta a porta

A equipe de responsabilidade social da Corsan está acompanhando as obras para garantir o menor impacto possível para os moradores.

Os agentes, uniformizados e identificados por crachás e uniforme da empresa, estão mobilizados em ação porta a porta para avisar os moradores sobre o andamento das obras e informar sobre possíveis interdições de vias, além de ouvir demandas e reforçar sobre a importância das conexões à rede de esgoto doméstico para que os resíduos sejam coletados, tratados e descartados adequadamente.

Dúvidas relacionadas às intervenções podem se reportadas aos agentes que estarão nas ruas ou pelo telefone (51) 98587-6142.

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