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Sorocaba e Jundiaí estão entre as 30 cidades com melhor tratamento de esgoto no país

17/07/25

Sorocaba e Jundiaí estão entre as 30 cidades com melhor tratamento de esgoto no país

g1 Sorocaba e Jundiaí

Um levantamento do Instituto Trata Brasil apontou que Sorocaba (SP) e Jundiaí (SP), dois dos 100 municípios mais populosos do Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estão entre as melhores avaliações de tratamento de água e esgoto no país.

Os dados, que são referentes a dezembro de 2023, foram divulgados na terça-feira (15), com a pesquisa anual que traz o ranking do saneamento no Brasil. Foram analisadas as 100 cidades mais populosas do país.

Jundiaí aparece na 12ª colocação do ranking nacional de tratamento de esgoto, com uma cobertura de 99,6%. Apesar da queda de uma posição em relação ao levantamento anterior, a cidade ainda está à frente da capital paulista, que ocupa a 15ª colocação.

Já Sorocaba ocupa a 28ª posição, com 97,6% de cobertura de esgoto tratado. Em 2024, o município estava três posições acima.

Apesar das boas notas, as cidades ainda precisam melhorar para ficar entre as primeiras colocadas.

Segundo o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) de Sorocaba, o bom desempenho se deve aos investimentos de R$ 82 por habitante, além das ações de despoluição do Rio Sorocaba, que tiveram início em 2000.

Cidades paulistas com os melhores índices
Campinas
Limeira
São José do Rio Preto
Franca
Santos
Jundiaí
São Paulo
Taubaté
Praia Grande
Ranking
O ranking elaborado pelo ITB é composto pela análise de três dimensões distintas do saneamento básico de cada município: Nível de Atendimento, Melhoria do Atendimento e Nível de Eficiência.

Para produzir o ranqueamento, foram levados em consideração os indicadores mais recentes do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA), ano-base 2023, publicado pelo Ministério das Cidades, além de uma ponderação de pesos na evolução dos indicadores estabelecida em metodologia criada em parceria com a consultoria GO Associados.

De acordo com o instituto, os 20 piores municípios do ranking tiveram um investimento anual médio no período de 2019 a 2023 de R$ 78,40 por habitante, cerca de 65% abaixo do patamar médio necessário para a universalização, de R$ 223,82.

O instituto aponta que, no caso desses municípios, por terem indicadores muito atrasados e distantes da universalização, ter um investimento anual médio por habitante abaixo significa que a tomada de decisão municipal em benefício do saneamento é urgente.

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