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Moradores vizinhos de represa vivem sem água em SP

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05/02/26

Inscrições abertas para cursos profissionalizantes  gratuitos voltados a mulheres em Macaé

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Águas do Piauí instala mais 90 cloradores em poços da Regional Meio Norte

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Inscrições abertas para cursos profissionalizantes  gratuitos voltados a mulheres em Macaé

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Curso Online: Projetos Ágeis, Resultados Concretos

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Curso online: Sistema de Disposição Oceânica de Efluentes Sanitários (Emissários Submarinos): Noções básicas

09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

25 - 26

Março

Curso online: Apresentações de impacto

09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

15 - 16

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Curso Presencial: MND: Introdução e Aprofundamento

08:00 - 17:00

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No bairro, guardar água virou rotina entre a vizinhança. Após as 19h, às vezes mais cedo, o fornecimento "é cortado". O cenário já complicado piora quando outros serviços falham: durante um apagão recente, Ana Maria afirma ter ficado quatro dias seguidos sem água e precisou buscar galões em outro bairro.

O que ela descreve é um efeito prático de uma decisão técnica que vem atingindo milhões de moradores da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). Com os reservatórios em baixa, desde agosto do ano passado, a Sabesp reduziu a pressão da água na tubulação. Uma estratégia que, para moradores de áreas mais altas, distantes das adutoras ou com rede local mais frágil, pode significar horas seguidas com torneiras secas. No Jardim Gaivotas, onde Ana Maria mora, é comum 12 horas ou mais sem abastecimento.

Apesar da medida, a situação no Sistema Cantareira, que historicamente é central no abastecimento da Grande São Paulo, continua preocupante. No início de fevereiro, o volume útil do reservatório atingiu 35,3%. No entanto no começo deste ano, esse volume ficou em 20% - um patamar menor ao dejaneiro de 2014, quando a Grande São Paulo começou a conviver com a pior crise hídrica já registrada, o que levou a Sabesp a drenar o chamado "volume morto" dos reservatórios.

Para quem vive às margens do reservatório Jaguari-Jacareí, o maior do Cantareira, a tímida recuperação não é motivo de alívio. "Se continuar com pouca chuva, e se continuar a precisar da água em São Paulo, vai fazer o quê?", questiona o construtor Carlos Justino, vizinho do reservatório.

Desabastecimento seletivo

O alerta, porém, não se limita ao Cantareira. Todos os mananciais que abastecem a maior região metropolitana do país estão com níveis abaixo dos observados em 2014. Somado ao Cantareira, o sistema Alto Tietê abastece cerca de 13 milhões de pessoas, e atualmente apresenta um volume 37%.

Para Amauri Pollachi, coordenador do Observatório dos Direitos à Água e ao Saneamento, a redução de pressão tende a "empurrar" o problema para as pontas do sistema. Ele lembra que a Região Metropolitana de SP tem mais de 50 mil quilômetros de tubulações e que, quando a pressão cai, quem está mais distante dos reservatórios e na ponta destas tubulações enfrenta maior dificuldade de receber água.

"O que hoje acontece é de fato um desabastecimento seletivo", diz, afirmando que áreas mais ricas e mais verticalizadas sentem menos o impacto.

Pollachi defende que, antes de reduzir pressão, deveria ser acionada uma alternativa testada na crise anterior: a tarifa de contingência, que premia quem reduz o consumo voluntariamente. "Se você abaixasse 20% no consumo, a conta d'água abaixava 30%", afirma, reforçando que naquela ocasião a redução no consumo teve uma adesão de 82% da população.

Na avaliação do especialista, mudanças na tarifa poderiam reduzir o consumo em cerca de 15% e aliviar a pressão sobre os sistemas sem concentrar o risco de falta d'água em quem tem menos infraestrutura para armazenar esse recurso.

Para Pollachi, essa medida não seria considerada devido à privatização da Sabesp, concluída em julho de 2024. O especialista sustenta que mecanismos como a tarifa de contingência tenderiam a reduzir a receita da empresa e, por isso, enfrentariam resistência em um contexto de maior pressão por lucro.

Impacto das mudanças climáticas

A redução da pressão na rede é definida pela Arsesp, agência reguladora dos serviços públicos no estado. Em nota, a agência afirma que segue o Plano Estadual de Segurança Hídrica e diz que, desde outubro, o Sistema Integrado Metropolitano opera na chamada faixa três de atenção, com pelo menos dez horas de redução de pressão.

Já a Sabesp avalia que medida, deliberada pela Arsesp e seguida por ela, é justificável diante do cenário de seca. Segundo o diretor regional oeste da empresa privada de abastecimento, a Grande São Paulo estaria hoje mais preparada para enfrentar estiagens cada vez mais frequentes do que no passado.

Também afirma que a empresa deve investir R$ 5 bilhões até 2027 para interligar represas e tubulações, reforçando o sistema. "As mudanças climáticas já afetam a própria operação do nosso sistema. Desde agosto, conseguimos economizar mais de 80 milhões de metros cúbicos. Isso seria suficiente para poder abastecer a cidade de São Paulo durante um mês inteiro", afirma Marco Barros, ao defender a estratégia. Ele ressalta ainda que a redução de pressão "é uma medida transitória".

Alheia a essa disputa técnica e regulatória, Ana Maria resume a crise do jeito mais simples - e mais duro. Ela vive ao lado de uma represa, mas precisa tratar a água como um bem que pode desaparecer a qualquer hora: guardar, racionar, improvisar. E torcer para que, quando a torneira secar de novo, ainda haja alguma garrafa cheia.

Moradores vizinhos de represa vivem sem água em SP

Prosseguem até esta quinta-feira (05), as inscrições para os cursos presenciais oferecidos pela Secretaria Municipal da Mulher em parceria com a Firjan/Senai. São 80 vagas divididas em quatro cursos de qualificação profissional, voltados exclusivamente para mulheres a partir de 18 anos. As opções são as seguintes: Almoxarife de Obras; Auxiliar de Plataforma; Pacote Office e Assistente de Operações em Logística.

Os cursos são gratuitos, com turmas de 20 mulheres. Segundo a secretária, Quelen Rezende, o objetivo é ampliar a autonomia econômica feminina e proporcionar uma chance real de fortalecer a autonomia, promover a independência financeira e transformar histórias de vida.

A seleção prioriza mulheres em situação de vulnerabilidade social e econômica, especialmente aquelas inscritas no CadÚnico ou com renda individual de até um salário mínimo e meio. Também há reserva de vagas para mulheres em situação de violência doméstica, encaminhadas pelo Centro Especializado de Atendimento à Mulher (CEAM), além de cota de 20% para a população afrodescendente.

As inscrições estão sendo feitas de forma presencial, das 9h às 13h, na sede da Secretaria de Políticas para as Mulheres, na Rua Dr. Luiz Belegard, nº 139, Imbetiba. Para participar da seleção, é necessário apresentar documento de identidade, CPF, comprovantes de escolaridade e residência, foto 3x4 e, quando for o caso, documentação que comprove a situação de vulnerabilidade social ou econômica.

O resultado será divulgado no dia 12 de fevereiro, na sede da Secretaria e no site oficial da Prefeitura de Macaé. A efetivação das matrículas ocorrerá entre os dias 23 e 27 de fevereiro, conforme o curso escolhido. As aulas têm início a partir de março e serão realizadas no período noturno, na sede do SENAI Macaé, no bairro Botafogo.

Inscrições abertas para cursos profissionalizantes gratuitos voltados a mulheres em Macaé

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, Sabesp (BOV:SBSP3), ampliou sua capacidade de investimento em 2025 em 120% em relação ao ano anterior, alcançando R$ 15,2 bilhões, em um movimento estratégico para acelerar o cumprimento das metas de universalização dos serviços de água e esgoto no estado até 2029.

Desde a privatização concluída em 2024, a companhia, que tem o Grupo Equatorial como acionista de referência, intensificou o ritmo das obras e passou a conectar, em média, 2.400 domicílios por dia à infraestrutura de saneamento. Atualmente, a Sabesp atua em 371 municípios paulistas, com mais de 1.100 frentes de obras simultâneas.

Somente em 2025, a empresa já entregou 16 estações de tratamento de esgoto e quase 800 quilômetros de grandes tubulações, reforçando sua liderança no setor. Segundo o presidente-executivo da Sabesp, Carlos Piani, a companhia já realizou 2,8 milhões de conexões e tem como meta atingir 4,1 milhões até o fim de 2026, conforme previsto no contrato de concessão.

Antes da privatização, em 2023, a Sabesp respondeu por cerca de 30% dos investimentos em saneamento no Brasil. Agora, segundo Piani, a empresa tem potencial para representar quase metade de todo o investimento do setor no país, superando qualquer outro operador nacional.

Em 2024, a companhia afirma ter cumprido entre 130% e 150% das metas contratuais, com a conexão de aproximadamente 664 mil imóveis à rede de água, 781,5 mil à coleta de esgoto e ampliação do tratamento para 1,37 milhão de domicílios.

“O avanço acelerado nos dá fôlego para planejar as próximas fases do contrato de concessão”, afirmou Piani, destacando que as metas se tornarão mais complexas a partir de 2027, quando passarão a ser avaliadas por percentual de cobertura com base em um censo municipal mais detalhado.

O executivo também ressaltou que o contrato possui mecanismos regulatórios que evitam investimentos desnecessários que poderiam pressionar tarifas. “O investimento precisa gerar benefício real para a sociedade, e o regulador avalia o aproveitamento desses ativos”, explicou.

No campo estratégico, a Sabesp segue analisando oportunidades de expansão fora de São Paulo, incluindo o processo de privatização da Copasa (BOV:CSMG3), em Minas Gerais. No entanto, Piani destacou que o interesse depende das regras do processo, da regionalização dos contratos e da clareza regulatória, especialmente em relação à capital Belo Horizonte, que concentra cerca de 30% da receita da estatal mineira.

No pregão desta quarta-feira (04/02), as ações da Sabesp (SBSP3) operam em queda. Por volta das 13h23, os papéis recuavam 1,44%, cotados a R$ 143,43, após abrirem o dia a R$ 145,13, com máxima de R$ 145,97 e mínima de R$ 143,13. O volume financeiro ultrapassa 992,8 mil ações negociadas, refletindo ajustes de curto prazo apesar do forte plano estrutural de investimentos.

A Sabesp (BOV:SBSP3) é a maior empresa de saneamento da América Latina, atuando nos serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto. Após sua privatização em 2024, a companhia passou a operar sob um modelo de concessão com metas rígidas de universalização, sendo referência no setor de infraestrutura básica no Brasil.

Com um plano robusto de investimento, metas claras e foco regulatório, a Sabesp reforça sua relevância estrutural no setor de saneamento e permanece no radar de investidores de longo prazo.

Sabesp dobra os investimentos em 2025 e acelerou obras para universalizar o saneamento em São Paulo

A gerente executiva da Regional Meio Norte, Flávia Miranda, destaca que com estas novas instalações, chega a mais de 300 o número de cloradores nos poços da região. “Em muitos dos poços onde os cloradores estão sendo implantados nunca houve tratamento adequado da água. Por isso, alguns moradores podem perceber uma leve mudança inicial no sabor, decorrente da presença do cloro. Mas nós garantimos que todos os nossos cloradores seguem rigorosos critérios de controle e estão dentro dos padrões recomendados pela legislação”, pontua.

A iniciativa da concessionária amplia o tratamento da água que chega aos moradores de 22 cidades, entre elas Alto Longá, Angical do Piauí, Assunção do Piauí, Barro Duro, Beneditinos, Castelo do Piauí, Curralinhos, Elesbão Veloso, Hugo Napoleão, Jardim do Mulato, Nossa Senhora de Nazaré, Novo Santo Antônio, Passagem Franca, São Gonçalo do Piauí, São Miguel da Baixa Grande e Sigefredo Pacheco.

Flávia Miranda reforça que também estão sendo intensificadas ações de comunicação e diálogo com as comunidades para explicar o funcionamento dos cloradores e a importância da cloração como medida de saúde pública. “Nosso principal desafio é massificar essa informação e tranquilizar a população, pois a desinfecção da água salva vidas. E para garantir a continuidade do tratamento adequado e a segurança sanitária das famílias, pedimos o apoio de todos para coibir atos de vandalismo e combater a disseminação de fake news sobre a cloração”, destaca a gerente executiva.

Dúvidas e demandas
A Águas do Piauí reitera seu compromisso em oferecer serviços de qualidade com eficiência e segurança à população. A concessionária está à disposição dos moradores para esclarecer dúvidas e registrar demandas, inclusive emergenciais, através dos seus canais oficiais de atendimento, são eles: o número 0800 223 2000, disponível para ligações telefônicas e mensagens no WhatsApp, além do aplicativo Águas App e o site www.aguasdopiaui.com.br.

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