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Agenda de Cursos - AESabesp

24, 25, 26 e 27

Agosto

Curso online Tratamento de Efluentes Domésticos Operação e Controle

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

31 / 01, 02 e 03

Agosto e Setembro

Curso Online Digitalização 4.0 no Ciclo Integral da Água – Uma Jornada de Rio a Rio

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

14 a 16

Setembro

Curso presencial: Transientes Hidráulicos 2026

08:30 - 17:30

São Paulo - SP

21, 22, 23 e 24

Setembro

Curso Online de Fiscalização de Serviços em Saneamento

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

Eventos
Fórum Novo Saneamento 2026

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12 e 13 de maio de 2026

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25 a 29 de maio de 2026

Fenasan 2026

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20 a 22 de outubro de 2026

SANEA Brasil 2026

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de hipoclorito de sódio com uma solução ácida?

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Como efetuar o dimensionamento de calhas
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Seleção das comunidades

Os territórios atendidos serão definidos a partir da indicação de comunidades quilombolas sem acesso adequado à água para consumo humano. O Ministério das Mulheres vai reunir informações sociais e territoriais das localidades, enquanto a Funasa fará a análise técnica para verificar as condições de implantação.

Nessa etapa, será feita análise da água disponível, da possibilidade de captação, do número de moradores e das condições locais para manter o sistema em funcionamento. O resultado indicará se a Salta-Z é adequada para a localidade ou se será implantada outra solução.

A Funasa e o Ministério das Mulheres atuarão conjuntamente na mobilização de parcerias com instituições públicas e privadas, a fim de viabilizar economicamente a implantação dos sistemas.

Formação das mulheres

Mulheres quilombolas vão receber capacitação técnica para atuar diretamente na operação e na manutenção dos sistemas, na gestão comunitária e na vigilância da qualidade da água. A medida tem o objetivo de agilizar as ações para acompanhamento e manutenção dos sistemas, quando forem necessárias. A formação também deverá abordar o controle social e a organização coletiva nos territórios.

A Funasa ficará responsável pelas atividades técnicas de planejamento, definição das soluções adequadas e preparação das mulheres para operação, manutenção e monitoramento. O Ministério das Mulheres participará da identificação e da mobilização das comunidades, além de ações voltadas à organização coletiva e à presença das mulheres na gestão dos sistemas.

A implantação deverá começar por 40 comunidades quilombolas. Essa etapa está relacionada a uma cooperação da Funasa com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará (IFCE), envolvendo 150 comunidades, ainda em elaboração.

Após a implantação, Funasa e Ministério das Mulheres acompanharão o funcionamento das unidades, a qualidade da água e a gestão comunitária. O monitoramento permitirá verificar o cumprimento das metas e as condições de continuidade dos sistemas nos territórios.

Acordo prevê sistemas para tratamento de água em comunidades quilombolas

A pesquisa analisou a bacia do Ribeirão dos Meninos, que faz parte da bacia do Rio Tamanduateí, percorrendo o município de São Paulo e as cidades de São Caetano do Sul, Santo André e São Bernardo do Campo, na Região Metropolitana. “Esta bacia registra anualmente diversos episódios de inundações”, ressalta o professor. “Ela é considerada complexa, pois além da alta taxa de urbanização, foram feitos muitos investimentos em canalizações, construção de reservatórios de detenção e outras medidas de mitigação destes impactos.”

Resiliência a inundações
Para avaliar a resiliência a inundações urbanas, foram selecionados indicadores com base nos dados disponíveis sobre itens como densidade populacional, renda per capita, vulnerabilidade social, hierarquia viária, profundidade da inundação, velocidade da inundação e extensão da área inundada. “Destacamos principalmente os fatores que levam em conta impactos sobre as pessoas, como a vulnerabilidade social, que se constitui um elemento central da resiliência social, pois expressa a capacidade dos grupos populacionais de resistir, responder e se recuperar dos impactos”, explica Martins.

“A renda per capita integra a dimensão econômica da resiliência, indicando o potencial de investimento, preparação e recuperação pós-evento”, enfatiza o professor. “O que fazemos é uma média ponderada de cada um destes fatores até chegar em uma nota de 0 a 1,00.”

Inicialmente, os pesquisadores elaboraram mapas delimitando as áreas que seriam inundadas por eventos severos sintéticos baseados no comportamento das chuvas reais, registradas na bacia pelas estações do Laboratório de Hidráulica da Poli. “Estes mapas são cruzados com os indicadores mencionados anteriormente, produzindo um grau de severidade diferente para cada região e cada evento”, observa Martins. “Pelo código de cores aplicado nos mapas, foi possível identificar que algumas regiões da bacia apresentam menor resiliência em vários eventos.”

A pesquisa aponta que a resiliência apresentou variabilidade significativa, entre 0,27 e 0,84. Áreas mais altas, próximas à nascente (a montante) do ribeirão exibiram resiliência mais elevada e estável, enquanto regiões distantes (a jusante) mostraram-se mais sensíveis a tempestades concentradas. Algumas sub-bacias a montante apresentaram reduções na resiliência dependentes do evento, revelando vulnerabilidades ocultas que não seriam detectadas por abordagens que consideram chuvas uniformes. Chuvas espacialmente concentradas e concentradas no tempo reduzem a resiliência, enquanto padrões de chuva mais uniformes geraram respostas mais equilibradas.

De acordo com o professor, a tomada de decisões sobre investimentos é sempre um problema complexo, que pode ser apoiado por um conjunto de ferramentas para dar suporte. “Os resultados deste trabalho poderão, por exemplo, auxiliar na priorização de investimentos, localização de sistemas de aviso e alerta para reduzir impactos, preparo de ações de emergência e outros.”

A pesquisa foi desenvolvida pelo no Programa de Pós-graduação em Engenharia Civil, no Laboratório de Hidráulica do Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental da Poli, pelo Mestrando Luiz Filipe Rodrigues Moreira, orientado pelo professor José Rodolfo Scarati Martins, e com apoio da equipe de monitoramento hidrometeorológico do laboratório. O estudo é descrito no artigo Analysis of the effects of the spatiotemporal distribution of intense rainfall on flood resilience in urban catchments, publicado no Journal of Hydrology: Regional Studies.

Sistema produz mapeamento de áreas urbanas mais resilientes a inundações

Na segunda, promove uma campanha de descredibilização de André Mendonça que, segundo pesquisas, tem impactado a percepção do eleitor sobre o ministro e sua atuação no caso Master.

E na terceira, usa a máquina do Estado para inaugurar um pacote de bondades eleitorais e contar com a ajuda dos aliados no Supremo para validá-la.

É impossível hoje arriscar quem vai ganhar, mas a anunciada queda de Lula no abismo junto com Alexandre de Moraes, até agora, não aconteceu. Ao contrário, o governo aproveitou a crise para se reorganizar na disputa.

Análise: Governo se reorganiza com a crise do STF

O professor avalia que o episódio não é isolado. "O que estamos vendo no caso brasileiro faz parte de um projeto que se aplica a toda a América Latina", afirmou. O que chama atenção, na avaliação dele, é o quanto essas ameaças são explícitas, algo pouco comum nesse tipo de relação.

Stuenkel cita dois casos de pressão americana sobre disputas eleitorais na região. Na Argentina, Trump manifestou preferência por um dos lados durante a eleição legislativa do ano passado e afirmou que a ajuda dos Estados Unidos ao país poderia não durar tanto tempo caso o grupo político adversário de Milei vencesse.

O professor disse ter estado no país naquele momento e avaliou que o apoio americano provavelmente teve algum impacto para melhorar o resultado do atual presidente argentino, num cenário em que a moeda local estava fragilizada.

O segundo caso é Honduras. Segundo o professor, Trump ameaçou uma grave crise na relação bilateral caso seu candidato preferido, Nasry Asfura, não fosse eleito. Por se tratar de um país bastante dependente dos Estados Unidos, ele avalia que a declaração também pode ter tido efeito sobre o eleitorado.

Stuenkel afirma que a pressão americana não se restringe a períodos eleitorais e atinge decisões internas de outros países. Ele mencionou o Peru, pressionado a excluir atores chineses do controle de um porto estratégico, e o Panamá, pressionado a expulsar empresas chinesas que operam portos no canal. "Da mesma forma, pressionam o Brasil a fazer certas mudanças na política interna", disse.

O professor acrescenta que essa movimentação é feita com a expectativa de que nem tudo funcione. "Existe uma percepção aqui em Washington de que o governo Trump tenta algumas coisas e vê o que cola", afirmou o pesquisador, que está na capital americana.
Segundo ele, há também a percepção de que o Brasil, por ser um país maior, não necessariamente aceitará todas as demandas, mesmo sendo ameaçado.

Fora da América Latina, Stuenkel citou Alemanha, Austrália e Canadá. No caso alemão, o vice-presidente J.D. Vance esteve no país pouco antes das eleições e deixou clara a preferência do governo americano pelo AfD, partido de extrema direita.

Na Austrália e no Canadá, avalia o professor, a pressão surtiu efeito contrário, e os candidatos alinhados a Trump foram prejudicados eleitoralmente. Segundo ele, os eleitores desses países se sentiram ameaçados e passaram a ver a integridade e a soberania nacionais sob risco.

Esse tipo de atuação pública tem sido, para Stuenkel, a estratégia dominante do governo americano até aqui. Ele fez a ressalva de que isso vale "por enquanto" e que não há garantia de que outras estratégias não venham a ser usadas no futuro.

Pressão de Trump sobre Brasil é parte de plano para interferir em eleições da América Latina, diz professor

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