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Sanepar amplia em 30% capacidade de tratamento de água em Sapopema

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Calendário

10, 11, 12, 13 e 14

Maio

O mega desafio trazido pela Nova Lei 14133/2021 de Licitações

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

25, 26 e 27

Maio

Curso presencial: MND: Introdução e Aprofundamento

08::00 - 17:00

Sede de AESabesp

01 ,02, 03

Junho

Curso presencial: Transientes Hidráulicos 2026

08:30 - 17:30

São Paulo - SP

18, 19

Junho

Curso Online de Fiscalização de Serviços em Saneamento

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

Eventos
Fórum Novo Saneamento 2026

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12 e 13 de maio de 2026

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25 a 29 de maio de 2026

Fenasan 2026

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20 a 22 de outubro de 2026

SANEA Brasil 2026

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06 a 09 de dezembro de 2026

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) vai ampliar em 30% a capacidade de tratamento de água no município de Sapopema, no Norte Pioneiro do estado. Isso será possível graças a instalação de um novo módulo floco-decantador na Estação de Tratamento de Água (ETA) da cidade com investimento de R$ 145 mil. O trabalho começou na quarta-feira (13) e deve ser concluído sábado (16).

A estrutura, segundo o gerente da Sanepar na região de Cornélio Procópio, Adelir Antonio Trentin Junior, é mais moderna e robusta e trará impacto positivo direto no abastecimento. “É uma intervenção relevante que traz mais segurança hídrica ao município. Teremos um acréscimo de 30% na capacidade de produção”, afirma Trentin Junior  .

O serviço especializado inclui a retirada do antigo módulo, transporte do novo equipamento, adequações e todas as interligações hidráulicas necessárias para a operação. O gerente ressalta, ainda, que a melhoria é fundamental para garantir a estabilidade do sistema e o atendimento aos padrões de qualidade.

 “A substituição do módulo antigo representa maior confiabilidade ao processo de tratamento, reduzindo custos de manutenção e eliminando riscos de instabilidade no fornecimento de água para a cidade. É mais uma obra que reforça o compromisso da Sanepar em bem atender a população de Sapopema, investindo continuamente na infraestrutura para assegurar que a cidade possa crescer com saúde e qualidade de vida.”

AVISO AO CLIENTE – Durante a execução dos trabalhos, devido a paralisações necessárias para a adequada e segura execução, poderá haver oscilação de pressão nas redes de distribuição e falta-d’água pontual. Para reforçar o abastecimento da cidade está sendo utilizada uma carreta-pipa com capacidade de 39 mil litros.

“Devido à complexidade da obra, pedimos a colaboração da população fazendo uso consciente da água, adiando serviços que não são essenciais durante os próximos dias”, reforça  Trentin Junior.

Em situações como esta, a Sanepar sempre relembra a orientação de que a água tratada seja priorizada para higiene e alimentação. A população deve evitar desperdícios, adiar a lavagem de roupas pesadas e veículos e fazer uso racional até que as obras sejam concluídas e o sistema esteja normalizado.

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Municípios piauienses serão contemplados com investimentos em saúde, saneamento e educação; veja locais

Entre os principais projetos anunciados estão a modernização do Trem Urbano de Teresina, a renovação da frota do transporte coletivo com ônibus elétricos, implantação de policlínica na capital e obras hídricas voltadas para municípios do semiárido piauiense.

Na área da saúde, o Ministério da Saúde informou que R$ 198,6 milhões serão redistribuídos nacionalmente após revisão técnica da carteira de investimentos do Novo PAC Saúde. Segundo a pasta, os recursos priorizam propostas com maior viabilidade de execução e municípios que ainda não haviam sido contemplados.

No Piauí, os investimentos incluem a implantação de Unidade Básica de Saúde Indígena (UBSI) em Uruçuí, além da entrega de unidades odontológicas móveis para os municípios de Buriti dos Montes e Dom Expedito Lopes.

Também foram selecionadas ampliações do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) nos municípios de Agricolândia, Campo Alegre do Fidalgo, Campo Largo do Piauí e São João do Arraial.

O pacote de investimentos ainda contempla equipamentos hospitalares para cirurgia geral em Floriano, Parnaíba, Picos e Teresina. Já equipamentos para cirurgia oftalmológica serão destinados a Teresina e Parnaíba. A capital piauiense também foi contemplada com a implantação de uma policlínica.

Trem urbano e ônibus elétricos

Na área da mobilidade urbana, Teresina recebeu dois dos projetos considerados prioritários pelo Governo Federal: a modernização do Trem Urbano, dentro da primeira etapa de reestruturação do sistema metroviário da capital, e a renovação da frota do transporte coletivo com ônibus elétricos.

Os projetos visam melhorar a mobilidade urbana e reduzir impactos ambientais no transporte público da capital.

Obras hídricas no semiárido

O eixo de abastecimento de água concentra grande parte das obras previstas para o semiárido piauiense. Serão contemplados os municípios de Acauã, Coronel José Dias, Bonfim do Piauí, Simões, Betânia do Piauí, Curral Novo do Piauí, Várzea Branca, Fartura do Piauí, Dom Inocêncio, Paulistana, Dirceu Arcoverde, São Lourenço do Piauí, Belém do Piauí, Caridade do Piauí, Vila Nova do Piauí e Patos do Piauí.

Também está prevista a primeira etapa da Adutora Serra da Capivara, que deverá beneficiar municípios da região de São Raimundo Nonato.

Saneamento e infraestrutura

Na área de saneamento básico, foram selecionadas obras de esgotamento sanitário nos municípios de Campinas do Piauí, Amarante, Caridade do Piauí, Conceição do Canindé, Esperantina e Batalha.

O pacote inclui ainda a recuperação do Dique do Rio Igaraçu, em Parnaíba, regularização fundiária em Cajueiro da Praia e a segunda fase do Terminal de Uso Privado de Luís Correia.

Educação

Na educação, o Novo PAC selecionou obras de quadras, escolas e creches em municípios como Corrente, Palmeirais, Cocal, Sebastião Barros, Alto Longá, Luzilândia, Simões, Isaías Coelho, Flores do Piauí, Currais, Batalha e Picos.

Municípios piauienses serão contemplados com investimentos em saúde, saneamento e educação; veja locais

O encontro teve como foco o alinhamento de estratégias para o cumprimento das metas do enquadramento dos corpos d’água e da Meta 2034, iniciativa voltada à recuperação da qualidade das águas do Rio das Velhas e de seus afluentes.

A mesa de abertura foi composta pelo presidente do CBH Rio das Velhas, Valter Vilela, pela secretária-adjunta Poliana Valgas, pelo representante da Associação Mineira de Municípios (AMM), Licínio Xavier, pelo diretor-geral do IGAM, Marcelo da Fonseca, pelo Promotor de Justiça, Francisco Chaves Generoso – Coordenador Regional das Promotorias de Justiça do Meio Ambiente das Bacias dos rios das Velhas e Paraopeba e pelo Subsecretário de Gestão Ambiental e Clima na Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), Dimi Chaves.

O presidente do CBH Rio das Velhas, Valter Vilela, destacou a importância da atuação conjunta entre os municípios para enfrentar os desafios relacionados à gestão hídrica na bacia. “Há muitos anos buscamos realizar este encontro, justamente pela importância da participação dos municípios no processo de recuperação da qualidade das águas do nosso rio. As prefeituras têm um papel fundamental nessa construção. Neste evento, vamos apresentar o que é o enquadramento dos corpos d’água e os impactos que ele trará para os municípios. Após sua aprovação, o enquadramento passa a ter força legal, e todos os processos de licenciamento ambiental e de outorga de uso dos recursos hídricos deverão, obrigatoriamente, seguir essas diretrizes. Por isso, é tão importante a presença e o envolvimento dos gestores municipais aqui presentes”.

Enquadramento e Meta2034 em foco

Em seguida, o Coordenador Técnico da Agência Peixe Vivo, João Coimbra, apresentou os desafios do novo enquadramento do rio das Velhas. Segundo ele, o enquadramento “é o instrumento que define a qualidade de água que queremos alcançar e manter ao longo do tempo em cada trecho da bacia. Mais do que uma ferramenta técnica, o enquadramento é um pacto coletivo sobre o futuro do território, porque impacta diretamente áreas como saneamento, saúde pública, desenvolvimento urbano e segurança hídrica”.

A construção dessa proposta vem sendo feita de forma participativa, com reuniões nos territórios, consultas públicas, audiências e diálogo com diferentes setores da sociedade. “E é importante reforçar que não existe efetivação do enquadramento sem a participação ativa dos municípios. São as ações realizadas no território, como ampliação do saneamento, proteção de nascentes, recuperação ambiental, fiscalização e planejamento urbano, que vão garantir a melhoria da qualidade das águas e o futuro da bacia do Rio das Velhas”, completa João Coimbra.

Outro destaque do encontro foi a apresentação da Meta 2034, pelo embaixador da Meta, o professor doutor Apolo Heringer Lisboa. “Essa é uma construção que já mostrou resultados concretos no passado. Com a Meta 2010, conseguimos interromper as grandes mortandades de peixes no trecho entre Belo Horizonte, Sabará, Santa Luzia e o médio curso do rio, especialmente a partir da implantação das Estações de Tratamento de Esgoto em 2001 e 2010. Agora, com a Meta 2034, o desafio é ainda maior. O sucesso dessa nova etapa dependerá da nossa capacidade de mobilizar toda a sociedade, fortalecer a articulação política e transformar essa pauta em um compromisso coletivo. Precisamos unir municípios, instituições, setor produtivo, universidades e comunidades em torno de um objetivo comum: garantir rios mais vivos, saudáveis e com qualidade para as próximas gerações.”

O encontro contou ainda com a participação de representantes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), representada pelo superintendente regional Francisco Sérgio; da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), por meio do superintendente substituto Thales Assis; e da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), representada por Silvano Silvério da Costa. Durante o evento, os representantes apresentaram estratégias e possibilidades de parcerias voltadas ao fortalecimento do saneamento municipal na bacia.

A programação teve continuidade com uma roda de conversa mediada pela secretária-adjunta do CBH Rio das Velhas, Poliana Valgas, reunindo representantes das prefeituras de Belo Horizonte, Santa Luzia e Joaquim Felício. Durante o debate, os gestores compartilharam os principais desafios enfrentados pelos municípios, além de apresentarem metas, perspectivas e estratégias relacionadas ao enquadramento das águas e à participação dos municípios no processo de efetivação das ações previstas para a bacia.

Chiquinho de Assis, secretário de Meio Ambiente de Ouro Preto e membro do CBH Rio das Velhas, destacou a relevância do encontro. “Chamo atenção para a responsabilidade dos municípios em relação àquilo que foi apresentado na atualização do Enquadramento das Águas do Rio das Velhas, é preciso um diálogo direto com os Planos Diretores Municipais, com os licenciamentos realizados nos municípios e no estado. Ou seja, é necessária essa sinergia, tendo sempre como foco a preservação e o desenvolvimento sustentável, e aí que está a importância desta reunião”, completou.

Carta de Belo Horizonte

Ao final do encontro, os participantes receberam a “Carta de Belo Horizonte”, documento que formaliza um pacto político e institucional em favor da recuperação, proteção e melhoria da qualidade das águas do Rio das Velhas. A carta representa um compromisso coletivo de cooperação entre os municípios e os demais atores envolvidos na gestão hídrica da bacia, reforçando a importância da atuação integrada para a efetivação das metas do enquadramento.

O evento contou com a presença de 23 gestores públicos municipais da bacia, evidenciando o fortalecimento do diálogo entre os municípios e o Comitê na construção de soluções conjuntas para os desafios relacionados à gestão das águas. O documento será analisado pelos gestores e deverá ser assinado em uma próxima agenda a ser definida pelo colegiado.

Gestores municipais da Bacia do Velhas debatem metas de recuperação das águas em encontro realizado em BH

O Espírito Santo foi representado no VII Fórum Novo Saneamento pelo presidente da Cesan (Companhia Espírito-santense de Saneamento), Munir Abud. O evento, realizado nesta terça e quarta-feira (12 e 13), em São Paulo, é considerado um dos principais encontros do setor no país, o evento reúne líderes, especialistas e autoridades para discutir os desafios e caminhos para a universalização do saneamento no Brasil. 

Na manhã de terça-feira, Munir Abud integrou o painel “Universalização até 2033 na prática: a visão dos CEOs sobre os gargalos de execução e as medidas necessárias para acelerar projetos”, ao lado de importantes lideranças nacionais do saneamento, como Luiz Cavalcante Peixoto Neto, presidente da Casal, e Wilson Bley, presidente da Sanepar. 

Durante o debate, foram discutidos os principais desafios para garantir a universalização dos serviços de água e esgoto até 2033, conforme estabelece o Marco Legal do Saneamento, além das estratégias necessárias para acelerar investimentos, ampliar a capacidade de execução das obras e fortalecer as parcerias no setor. 

Munir Abud destacou que o Espírito Santo vem se consolidando como referência nacional em saneamento, com investimentos robustos e projetos estruturantes voltados à segurança hídrica, inovação e ampliação da cobertura dos serviços.   

“O Espírito Santo vive um novo momento no saneamento, com planejamento, investimentos e parcerias que estão permitindo acelerar projetos e transformar a realidade da população. Participar desse debate nacional é uma oportunidade de compartilhar experiências e também de construir soluções conjuntas para os desafios do setor”, afirmou o presidente da Cesan. 

A diretora de Engenharia e Meio Ambiente da Cesan, Kátia Côco, também participou do evento, como painelista na discussão “Erros e acertos nas modelagens de PPPs e concessões: lições aprendidas em projetos recentes”, que abordou experiências, desafios e aprendizados na estruturação de projetos de parceria no setor de saneamento. 

O VII Fórum Novo Saneamento se consolidou como um dos principais pontos de encontro dos líderes e decisores do setor no Brasil, promovendo debates estratégicos, troca de experiências e alinhamento de ações voltadas ao futuro do saneamento no país.

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