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Nova estação de tratamento de esgoto beneficia 270 mil na Baixada Fluminense

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26/06/26

Tecnologia inédita em Magé passa a vigiar qualidade da água 24 horas por dia

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Tecnologia inédita em Magé passa a vigiar qualidade da água 24 horas por dia

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Calendário

10, 11, 12, 13 e 14

Maio

O mega desafio trazido pela Nova Lei 14133/2021 de Licitações

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

25, 26 e 27

Maio

Curso presencial: MND: Introdução e Aprofundamento

08::00 - 17:00

Sede de AESabesp

01 ,02, 03

Junho

Curso presencial: Transientes Hidráulicos 2026

08:30 - 17:30

São Paulo - SP

18, 19

Junho

Curso Online de Fiscalização de Serviços em Saneamento

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

Eventos
Fórum Novo Saneamento 2026

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12 e 13 de maio de 2026

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25 a 29 de maio de 2026

Fenasan 2026

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SANEA Brasil 2026

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06 a 09 de dezembro de 2026

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de hipoclorito de sódio com uma solução ácida?

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A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Queimados foi inaugurada nesta segunda-feira (22) pela concessionária Águas do Rio, beneficiando aproximadamente 270 mil moradores das cidades de Queimados, Japeri e parte de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Com capacidade para tratar até 51 milhões de litros de esgoto por dia, esta nova infraestrutura representa um avanço significativo no saneamento básico da região.

Este empreendimento é um marco fundamental para os municípios atendidos, que historicamente careciam de um sistema adequado de tratamento de esgoto e registram um baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). A operação da ETE Queimados terá um impacto direto na melhoria da qualidade de vida dos habitantes, promovendo saúde e bem-estar.

A construção da ETE Queimados foi viabilizada por meio de financiamento do programa Saneamento para Todos, uma iniciativa do Ministério das Cidades e do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES). Localizada em uma área de 38,4 mil metros quadrados, adjacente ao Rio Guandu, a estação integra um pacote de investimentos de R$ 640 milhões destinado à expansão da infraestrutura de saneamento na Baixada Fluminense.

Meio ambiente
A estação trará impactos ambientais altamente positivos. Com seu funcionamento, os efluentes que atualmente são descartados in natura na Bacia do Guandu — um manancial vital que abastece cerca de 9 milhões de pessoas na região metropolitana do Rio de Janeiro — serão devidamente tratados, resultando em uma significativa redução da carga poluente.

Durante a cerimônia de inauguração, o ministro das Cidades, Vladimir Lima, enfatizou a importância da colaboração entre o setor público e a iniciativa privada para a concretização de grandes projetos de infraestrutura no Brasil.

“A parceria entre estados, prefeituras e a concessionária é fundamental. Somente com a união de esforços é possível transformar projetos como este em realidade”, afirmou o ministro.

A ETE Queimados faz parte de um ambicioso plano de expansão do saneamento, sob a gestão da Águas do Rio. A concessionária já alocou R$ 6,3 bilhões em investimentos ao longo de seus quase cinco anos de atuação e projeta um total de R$ 24 bilhões para a infraestrutura sanitária nos próximos anos.

“Esta entrega representa um avanço significativo para a região. São investimentos que promovem a transformação da vida dos fluminenses, resultando em mais saúde, geração de empregos e contribuindo para a recuperação de nossos mananciais”, ressaltou Radamés Casseb, diretor-presidente da Aegea (Águas do Rio).

Números
Dados do Programa Trata Brasil revelam a urgência do saneamento: em 2024, o Brasil contabilizou 336 mil internações e aproximadamente 11,5 mil óbitos decorrentes de doenças relacionadas à precariedade da água. O impacto financeiro no sistema público de saúde, em decorrência dessas enfermidades, foi estimado em R$ 174 milhões.

Nova estação de tratamento de esgoto beneficia 270 mil na Baixada Fluminense

A qualidade da água distribuída em Magé, na Baixada Fluminense, passou a ser monitorada em tempo real com a instalação de uma tecnologia inédita na Estação de Tratamento de Água (ETA) do município. Na prática, o novo sistema permite respostas mais rápidas a qualquer alteração nos padrões de potabilidade, reforçando a segurança operacional e garantindo ainda mais confiabilidade no abastecimento para a população.

O equipamento, conhecido como skid, é o primeiro do tipo implantado pela Águas do Rio na cidade e envia informações diretamente ao Centro de Operações Integradas (COI) da concessionária, localizado no Centro do Rio de Janeiro. A ideia é realizar uma leitura automática de indicadores como cloro residual, turbidez, pH, condutividade, temperatura e cor da água, ampliando a precisão das análises e tornando a operação ainda mais segura e eficiente.

Integrado ao COI, explica a concessionária do grupo Aegea, o equipamento permite que equipes especializadas acompanhem os dados remotamente e atuem de forma imediata caso seja identificada qualquer alteração nos padrões estabelecidos.

A estação passou a transmitir informações on-line sobre a qualidade da água durante todas as etapas do tratamento e da distribuição. O acompanhamento contínuo reforça a segurança operacional e assegura conformidade com os parâmetros de potabilidade definidos pelo Ministério da Saúde.

“A instalação do skid na ETA Magé representa um avanço importante para a nossa operação e para a população atendida. Com o monitoramento em tempo real e a integração ao COI, conseguimos ampliar o controle da qualidade da água e agir com ainda mais rapidez e eficiência”, afirma Fernanda Barreto, gerente operacional da empresa.

Desde o início da concessão, em novembro de 2021, a Águas do Rio vem ampliando o acesso à água tratada em Magé por meio de investimentos voltados à melhoria do abastecimento e à universalização dos serviços de água e esgoto.

Ações já beneficiaram 114 mil mageenses

Mais de 11 mil pessoas passaram a receber água tratada pela primeira vez após a implantação e substituição de mais de 28 quilômetros de redes de distribuição. Ao todo, as iniciativas realizadas pela companhia no município já beneficiaram cerca de 114 mil moradores.

Entre os principais avanços está a entrega desta Estação de Tratamento de Água, a primeira de Magé. A unidade onde fica o skid possui capacidade de produção de 330 litros por segundo e conta com um reservatório de 5 milhões de litros, atendendo cerca de 65 mil pessoas já na primeira fase da operação.

A implantação da estrutura também contribuiu para melhorias no abastecimento em bairros como Bela Floresta, BNH (Roncador), Canal, Centro, Figueira, Flecheira, Lagoa, Liberdade, Magé Mirim, Novo Mundo, Roncador, Tênis Clube, Vila Nova e partes da Barbuda, reforçando a segurança hídrica, a regularidade do fornecimento e a qualidade de vida da população.

Tecnologia inédita em Magé passa a vigiar qualidade da água 24 horas por dia

A Engeper Ambiental e Perfurações, empresa brasileira especializada em soluções para perfuração, monitoramento, tratamento e gestão hídrica, tem ampliado sua atuação em projetos integrados voltados a empresas dos setores industrial, alimentício, farmacêutico, químico, agronegócio e saneamento. O modelo substitui estruturas fragmentadas por operações centralizadas que unem perfuração, monitoramento, tratamento, manutenção e reúso hídrico em uma única estratégia operacional, com foco em redução de desperdícios, aumento da eficiência e maior previsibilidade operacional. A demanda cresce em meio à pressão sobre recursos hídricos e ao avanço das exigências ambientais e produtivas.

Segundo a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), no relatório Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil 2025, divulgado em março de 2026, o país enfrenta desafios crescentes relacionados à segurança hídrica e à gestão eficiente da água, reforçando a necessidade de modernização da infraestrutura hídrica nacional.

Para responder a esse cenário, a Engeper vem incorporando tecnologias de automação, telemetria e tratamento avançado capazes de reduzir etapas operacionais, perdas e custos de manutenção. Entre os avanços recentes da companhia está a evolução de sua tecnologia de Eletrodiálise Reversa (EDR), desenvolvida ao longo de três anos de pesquisa com investimento superior a R$ 2,4 milhões. A nova geração da solução passou a registrar eficiência 280% superior à anterior, concentrando em uma única etapa processos antes realizados em três estágios.

Na prática, o avanço permite reduzir estruturas físicas, diminuir consumo energético, simplificar operações e ampliar a durabilidade dos sistemas, especialmente em aplicações industriais e municipais que dependem de água subterrânea com alta concentração de sais. A tecnologia já está em operação piloto em municípios do Mato Grosso do Sul e foi projetada para operar de forma modular, com capacidade entre 3 m³/h e 300 m³/h.

Segundo Lorena Zapata, diretora de Novos Negócios e Sustentabilidade da Engeper, a integração entre monitoramento contínuo e tecnologias mais eficientes vem transformando a gestão hídrica em um fator estratégico para competitividade e continuidade operacional. “Quando o tratamento exige múltiplas etapas, o custo de implantação aumenta e a operação se torna mais complexa. Ao elevar a eficiência por estágio e integrar monitoramento em tempo real, conseguimos simplificar sistemas, reduzir perdas operacionais e ampliar a viabilidade técnica e econômica do tratamento hídrico”, afirma a executiva, certificada em Sustentabilidade pela Cambridge University.

O avanço da digitalização também acelera a adoção desse modelo. Tecnologias de telemetria, automação e monitoramento remoto já permitem acompanhar continuamente consumo, qualidade da água, desempenho de poços e eficiência operacional dos sistemas. Dados recentes reforçam a necessidade desse controle. Segundo o Estudo de Perdas de Água 2025, divulgado pelo Instituto Trata Brasil em parceria com a GO Associados, o Brasil perdeu 40,31% da água tratada produzida no país, o equivalente a 5,8 bilhões de metros cúbicos desperdiçados em um ano. O levantamento, publicado em novembro de 2025 com base em dados oficiais do Sistema Nacional de Informações em Saneamento (SINISA), mostra que o índice segue acima da meta nacional de 25% definida pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

Além da redução de perdas, a integração entre captação, tratamento, monitoramento e reúso hídrico fortalece rastreabilidade de dados, compliance ambiental e previsibilidade operacional. “A gestão hídrica passa por um processo semelhante ao que já aconteceu em outras áreas industriais: operações isoladas começam a ser substituídas por estruturas centralizadas, inteligentes e conectadas. Isso aumenta a vida útil dos sistemas, reduz custos de manutenção e melhora a capacidade de planejamento das empresas diante de cenários climáticos cada vez mais instáveis”, destaca Lorena.

A discussão também avança dentro das agendas ESG e adaptação climática. De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), em conteúdo atualizado para a agenda industrial de 2025, a segurança hídrica já é considerada um fator estratégico para continuidade operacional da indústria brasileira, especialmente em regiões com desequilíbrio entre disponibilidade de água e concentração populacional. O cenário amplia a busca por soluções integradas de gestão hídrica, automação e reúso como forma de aumentar eficiência, reduzir riscos operacionais e garantir maior estabilidade produtiva nos próximos anos

Gestão hídrica integrada ganha espaço na indústria diante da pressão por eficiência

Na quinta-feira, 25 de junho, 1.180 estudantes de oito escolas da rede municipal de Osasco participaram da cerimônia de formatura do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd). O evento foi realizado no Ginásio Esportivo José Liberatti, em Presidente Altino.
 
A iniciativa é resultado da cooperação entre a Polícia Militar do Estado de São Paulo e a Prefeitura de Osasco, por meio da Secretaria de Educação, com o objetivo de orientar crianças e adolescentes sobre a importância da prevenção ao uso de drogas, da cultura de paz e da tomada de decisões responsáveis.
 
Durante a cerimônia, realizada no período da manhã, os alunos foram reconhecidos pelo desempenho e comprometimento ao longo das aulas do Proerd. Em cada escola participante, um estudante destaque foi escolhido pelos instrutores do programa e recebeu um tablet como prêmio.
 
Além dos alunos, também foram homenageados professores, diretores e instrutores do Proerd, em reconhecimento ao trabalho desenvolvido durante a formação dos estudantes.
 
Criado em 1993, o Proerd tem como objetivo preparar crianças e adolescentes para fazerem escolhas seguras e responsáveis ao longo da vida. O programa trabalha com um modelo de tomada de decisão, que orienta os estudantes a refletirem sobre suas atitudes e consequências. As aulas são realizadas semanalmente por policiais militares instrutores, que abordam temas como cidadania, prevenção ao uso de drogas, segurança e estratégias de resistência à violência.
 
O prefeito de Osasco, Gerson Pessoa, destacou a importância do Proerd para a formação dos estudantes e agradeceu à Polícia Militar, à Secretaria de Educação, aos professores, diretores e instrutores envolvidos na realização do programa. “Esse é um momento muito especial para os nossos alunos e para as famílias. O Proerd é um programa que ensina valores importantes, como respeito, responsabilidade, compromisso e a importância de fazer boas escolhas. A educação e a formação das nossas crianças são caminhos fundamentais para construirmos uma cidade melhor e um futuro com mais esperança”.
 
O prefeito também ressaltou a parceria entre as forças de segurança no município e parabenizou os estudantes pela conclusão de mais uma etapa. “Tenho certeza de que vocês vão levar esse aprendizado para a vida. Tudo aquilo que vocês aprenderam aqui, sobre respeito, compromisso e tomada de decisão, ninguém tira de vocês. Parabéns aos formandos e a todos que fazem parte desse trabalho tão importante para Osasco”.
 
A aluna Melissa Almeida dos Santos, de 11 anos, estudante do 5º ano da EMEF Marechal Bittencourt, foi uma das participantes da formatura e destacou a importância das aulas do programa. “Eu gosto muito das aulas do cabo Bonetti. A gente aprende bastante com a apostila e com as explicações. As aulas me ajudam a entender melhor como fazer boas escolhas e também me sinto mais confiante com tudo o que aprendi no Proerd”.
 
Instrutor do Proerd desde 2017, o cabo Bonetti, de 47 anos, tem 15 anos de atuação na Polícia Militar. Durante a formatura, ele explicou que o programa é desenvolvido ao longo de 10 lições, com uma aula semanal, utilizando uma apostila própria para orientar os estudantes. “As aulas abordam temas como prevenção ao uso de drogas, responsabilidade, segurança, comunicação, resistência à pressão e atenção. O principal aprendizado que buscamos passar para os alunos é uma maneira segura e responsável de dizer não às drogas, utilizando o modelo de tomada de decisão”.
 
Também participaram do evento, o vice-prefeito Lau Alencar, o secretário de Educação, José Toste; o secretário de Governo, Luciano Camandoni; o chefe de Gabinete, Gustavo Pegorari; o secretário de Segurança e Controle Urbano, coronel Virgolino; o comandante do 14º BPM/M, tenente-coronel Maurício Mathias da Silva; o chefe da Seção de Recursos Humanos do 14º BPM/M, capitão PM Vinicius Coelho Cardoso; o comandante da 3ª Companhia da PM, capitão Marcos Vinícius de Mello; as secretárias executivas Alessandra Cornaglia, de Gestão Pedagógica, e Izilda Aparecida Orlando, de Gestão Escolar; as secretárias adjuntas Érika Negreiros, de Governo, e Michele Peroni, de Meio Ambiente e Recursos Hídricos; os instrutores do Proerd cabo Bonetti, cabo Marciano, cabo Nicolay e cabo Pereira; além dos vereadores Josias da Juco e Rodrigo Gansinho.

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