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Osasco inaugura novo Centro de Inclusão Digital na biblioteca Heitor Sinegaglia

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12/02/26

Com investimento de R$ 800 bilhões, Brasil resolve o problema do saneamento básico

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12/02/26

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Governo do Piauí amplia segurança hídrica para população da zona rural e reduz desmatamento ilegal em 31%

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Osasco inaugura novo Centro de Inclusão Digital na biblioteca Heitor Sinegaglia

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Com investimento de R$ 800 bilhões, Brasil resolve o problema do saneamento básico

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Calendário

11 - 12

Fevereiro

Curso Online: Projetos Ágeis, Resultados Concretos

09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

09 - 12

Março

Curso online: Sistema de Disposição Oceânica de Efluentes Sanitários (Emissários Submarinos): Noções básicas

09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

25 - 26

Março

Curso online: Apresentações de impacto

09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

15 - 16

Abril

Curso Presencial: MND: Introdução e Aprofundamento

08:00 - 17:00

Cursos AESabesp

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FITABES

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25 e 28 de maio de 2025

IFAT

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25 a 27 de junho de 2025

Fenasan

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21 a 23 de outubro de 2025

ENA

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12 e 13 de novembro de 2025

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Aula 56 - Porque não se pode misturar uma solução
de hipoclorito de sódio com uma solução ácida?

Por Sidney Seckler

Aula 55 - Porque refrigerantes perdem "gás" após
o seu consumo e posterior acondicionamento?

Por Sidney Seckler

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A Prefeitura de Osasco, por meio da Secretaria de Emprego, Trabalho e Renda (Setre), inaugura no dia 24 de fevereiro (terça-feira), às 9h, o novo Centro de Inclusão Digital - CID Olaria, dentro da Biblioteca Municipal Heitor Sinegaglia, na Praça Sabanta, 98 – Jardim Conceição.
 
Ao todo, são 11 CIDs espalhados pela cidade, com turmas pela manhã e à tarde. O CID Olaria é fruto de uma parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e a inauguração contará com presença da primeira turma de alunos. 
 
O Centro de Inclusão Digital é um espaço para cursos gratuitos de informática básica, com carga horária de 45 horas e certificado de conclusão de curso. Além do curso básico de informática, o espaço oferece Oficinas de Inteligência Artificial (IA), com duração de 4 horas e, as sextas-feiras, disponibiliza também o uso de internet livre para a população.
 
Essa política pública é gerenciada pela Secretaria de Emprego, Trabalho e Renda, por meio do departamento de Qualificação Profissional.
 
Os interessados em fazer os cursos podem se inscrever em qualquer uma das unidades do Portal do Trabalhador, diretamente nos CIDs ou, ainda, via Osasco Digital www.osascodigital.osasco.sp.gov.br
 
As inscrições acontecem a cada 2 meses e são divulgadas nas redes sociais do Portal do Trabalhador e da Setre. A idade mínima para se inscrever é de 14 anos.

Osasco inaugura novo Centro de Inclusão Digital na biblioteca Heitor Sinegaglia

O Brasil pretende resolver o problema do saneamento básico até 2033. O objetivo é chegar lá tendo alcançado a universalização do serviço no país. Para isso, precisarão ser investidos nada menos que R$ 800 bilhões.

A meta é atingir 99% de cobertura em todo o território brasileiro para abastecimento de água tratada e 90% para coleta e tratamento de esgoto. De acordo com Radamés Casseb, CEO da Aegea, há um longo caminho a ser percorrido e nem metade da jornada foi concluída ainda.

“Desses R$ 800 bilhões, nós não estamos nem no meio da jornada. Todos os projetos até aqui feitos giram em torno de 25% desses R$ 800 bilhões”, declarou o executivo, durante o evento “Superciclo de investimentos em infraestrutura – avanços e desafios”, realizado na sede do BNDES, no Rio de Janeiro (RJ).

O investimento no saneamento envolve a construção de estações de tratamento de esgoto e água e escavações para implantação de redes e conexões. Não entram na conta valores relacionados à composição de infraestrutura existente e despesas de garantia de abastecimento atual de água.

Ainda segundo Casseb, a Aegea responde pela metade dos investimentos já realizados até aqui para a universalização, envolvendo 890 cidades e 39 milhões de pessoas.

Milhões de brasileiros não têm acesso a saneamento básico
Conforme apontam dados do Censo 2022, 62,5% da população brasileira tem acesso à rede de esgoto. Já outras 49 milhões de pessoas vivem em condições precárias neste sentido e não têm acesso ao básico da sobrevivência no mundo atual.

São grandes as desigualdades entre as regiões, sendo Norte e Nordeste as mais afetadas pelo problema. Os serviços incluem abastecimento de água, esgoto, resíduos sólidos e drenagem.

Com investimento de R$ 800 bilhões, Brasil resolve o problema do saneamento básico

Uma comitiva formada por representantes do Governo de SP, agência reguladora e empresas de saneamento e meio ambiente iniciaram na segunda-feira (9) uma visita técnica por três países europeus. O objetivo é conhecer novas tecnologias sobre aproveitamento de resíduos da coleta e tratamento de esgoto e sistemas de produção de água de reúso, e avaliar a utilização dessas tecnologias para aumentar a resiliência hídrica no Estado de São Paulo.

Participam dessa comitiva a secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, representantes da Agência Reguladora de Serviços Públicos de São Paulo (Arsesp), da Cetesb, a agência ambiental do Estado, e da Sabesp.

A primeira parada foi em Dublin, na Irlanda, onde a comitiva visitou uma estação de tratamento da Irish Water: a Ringsend Wastewater Treatment Plant, maior do país, para conhecer tecnologias que ampliam a eficiência das estações de tratamento de esgoto, reduzindo o tempo de tratamento e a qualidade do serviço, e ampliando o aproveitamento dos resíduos. A introdução da tecnologia Ephyra em Ringsend, por exemplo, gerou um aumento expressivo na produção de biogás a partir do lodo de esgoto, além de potencializar a capacidade de tratamento sem necessidade de ampliação das instalações.

"As tecnologias escolhidas pela Sabesp para a modernização e ampliação das Estações de Tratamento de Esgotos Barueri e São Miguel reforçam uma visão inovadora do saneamento, com a efetiva implantação de uma rota de economia circular. As tecnologias escolhidas maximizam a produção de biogás, ampliando o uso de energia renovável. A secagem do lodo reduz significativamente o volume a ser transportado para destinação final com menos caminhões, menor emissão de gás carbônico e ganhos ambientais relevantes", explica Marcel Costa Sanches, diretor de Planejamento e Projetos de Engenharia da Sabesp.

De lá, a comitiva segue para a Inglaterra, onde conhecerão as tecnologias utilizadas pela UK Bioresources & Anglian Water. Eles visitarão Colchester, no leste da Inglaterra, uma das regiões com maior índice de escassez hídrica do Reino Unido. Lá, o Colchester Water Recycling Centre está sendo preparado para suprir 24% da demanda da cidade com águas residuais recicladas. "A reciclagem de água é um caminho utilizado mundialmente, que não podemos desprezar. A construção da resiliência hídrica de um estado tão populoso quanto São Paulo passa pela adoção de diferentes medidas, que juntas sustentarão o crescimento do nosso estado no médio e longo prazo", enfatiza Natália Resende.

"O cenário de mudanças climáticas reforça a necessidade de diversificação da matriz hídrica, que é um pilar estruturante da estratégia da Sabesp para assegurar resiliência e segurança hídrica no longo prazo", afirma Samanta Souza, Diretora Executiva de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Sabesp.

Por fim, a comitiva paulista seguirá para Barcelona, na Espanha, onde fará uma visita à Estação de Tratamento de Água Sant Joan Despí e reunião com executivos locais para discutir estratégias em situações de escassez hídrica. No dia seguinte, conhecerão uma Estação Depuradora de Águas Residuais (EDAR) e uma Estação de Regeneração de Águas.

Investimentos

Em 2025, o estado recebeu o maior aporte da história do setor, com R$ 15,2 bilhões aplicados pela Sabesp, valor 120% superior ao registrado no ano anterior. O crescimento dos investimentos ocorreu após a desestatização da companhia, concluída em julho de 2024, com nas metas de universalização do saneamento básico previstas para 2029. Os recursos permitiram ampliar o ritmo das obras, reduzir o volume de esgoto lançado sem tratamento na Região Metropolitana de São Paulo e expandir o acesso à água e à coleta e tratamento de esgoto. Atualmente, mais de 1.100 obras estão em andamento no estado, com a entrega de novas estações de tratamento, ampliação de redes e conexão diária de milhares de domicílios ao sistema.

Governo de SP e Sabesp estudam soluções para a escassez hídrica

O governador Rafael Fonteles apresentou, nesta quarta-feira (11), os principais resultados das políticas ambientais e de segurança hídrica executadas no Piauí de 2023 a 2025. O destaque foi para os avanços na preservação ambiental, na gestão dos recursos hídricos e na modernização dos serviços de licenciamento e fiscalização. Entre os dados mais expressivos está a redução do desmatamento ilegal, passando de 115.718 hectares em 2022 para 79.053 hectares em 2024, uma queda de 31,68%, segundo dados do MapBiomas.

“Estamos registrando um avanço significativo em diversos indicadores, como a redução do desmatamento ilegal e da área queimada por incêndios florestais. Também avançamos no plano de manejo das unidades de conservação, no monitoramento das barragens e em todo o esforço do governo para garantir saneamento rural. Vamos continuar investindo em sistemas de abastecimento de água, cisternas, adutoras, para garantir que o homem e a mulher do campo tenham acesso ao saneamento básico de qualidade. Foram mais de R$ 300 milhões já investidos nessa área”, disse o governador, ressaltando ainda que o governo tem a meta de zerar os lixões nos municípios.

A Secretaria de Meio Ambiente ampliou a abrangência do ICMS Ecológico, que passou de 192 municípios participantes em 2022 para 212 em 2025, um crescimento de 10,41%. Também houve aumento expressivo na distribuição de mudas, que saltou de 477 mil em 2023 para quase 3 milhões em 2025, beneficiando 165 municípios em todo o estado.

O número de licenças emitidas praticamente dobrou, passando de 622 em 2022 para 1.156 em 2025, enquanto o tempo médio para emissão caiu de 92,9 para 42,5 dias, redução superior a 54%. Já as outorgas de uso da água cresceram 219%, com queda de quase 80% no tempo médio de concessão.

“Tivemos uma redução no desmatamento ilegal e no tempo médio para emissão de licenças ambientais, além de crescimento nos investimentos em segurança hídrica. Estamos apresentando vários dados e progresso significativo nas ações do meio ambiente”, avaliou o secretário estadual de Meio Ambiente, Feliphe Araújo.

Na área de combate a incêndios florestais, o estado saiu de apenas três brigadas municipais capacitadas em 2022 para 102 em 2025. O número de brigadistas treinados chegou a 1.333, crescimento de 3.700%. Como reflexo dessas ações, os focos de queimadas tiveram redução de 8,88% entre 2023 e 2025, e a área queimada caiu mais de 38%.

O governador destacou ainda a ampliação das unidades de conservação com plano de manejo, que passaram de zero em 2022 para 13 em 2025, incluindo áreas como o Parque Estadual Cânion do Poti, Lagoa do Portinho e Serra de Santo Antônio.

Também houve ampliação do monitoramento da qualidade da água, com aumento de oito para 55 pontos de coleta, além da criação de dois Comitês de Bacias Hidrográficas. O Cadastro Ambiental Rural (CAR) registrou crescimento de 1.165%, passando de 277 registros em 2022 para 6.793 em 2025.

Na área de educação ambiental, o número de escolas estaduais capacitadas cresceu mais de 300%, passando de 57 em 2023 para 229 em 2025. Também houve aumento das ações de proteção animal, com 4.877 castrações realizadas entre 2023 e 2025 e aumento no número de solturas de animais silvestres.

O governador Rafael Fonteles ressaltou ainda que os resultados refletem a integração entre preservação ambiental e desenvolvimento econômico. “Estamos estruturando um modelo de desenvolvimento sustentável, que protege o meio ambiente, melhora a qualidade de vida da população e garante segurança jurídica para quem quer investir no Piauí”, afirmou.

Saneamento e segurança hídrica

O Estado já investiu mais de R$ 300 milhões em obras para garantir segurança hídrica entre 2023 e 2025. Foram implantados ou ampliados 219 sistemas de abastecimento de água e poços, além da construção de mais de 1.300 cisternas, melhorias em mais de 70 barragens e implantação de oito adutoras.

O número de municípios com destinação correta do lixo saltou de apenas um em 2022 para 65 em 2025. Atualmente, o Estado conta com oito aterros sanitários em operação e outros dois em implantação.

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