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Região de Tatuí terá R$ 413 milhões investidos em obras de saneamento

Região de Tatuí terá R$ 413 milhões investidos em obras de saneamento

29/06/26

Conheça as obras e ações previstas para aumentar a resiliência no abastecimento de água de SP

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29/06/26

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Macaé recebe pré-lançamento de projeto voltado ao fortalecimento de comunidades do mar

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Conheça as obras e ações previstas para aumentar a resiliência no abastecimento de água de SP

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10, 11, 12, 13 e 14

Maio

O mega desafio trazido pela Nova Lei 14133/2021 de Licitações

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

25, 26 e 27

Maio

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08::00 - 17:00

Sede de AESabesp

01 ,02, 03

Junho

Curso presencial: Transientes Hidráulicos 2026

08:30 - 17:30

São Paulo - SP

18, 19

Junho

Curso Online de Fiscalização de Serviços em Saneamento

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

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Fórum Novo Saneamento 2026

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Fenasan 2026

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O município de Tatuí e oito cidades do interior paulista vão receber um investimento de R$ 413,6 milhões para obras de saneamento básico. A Sabesp confirmou o aporte financeiro que deve ser aplicado até 2029, impactando diretamente a rotina de 104 mil pessoas na região.

O pacote estrutural prevê a construção de seis novas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e duas Estações de Tratamento de Água (ETAs). O projeto de engenharia engloba a entrega de 16 reservatórios com capacidade conjunta superior a 5 milhões de litros e a instalação de 412 quilômetros de tubulações.

As intervenções físicas atendem os municípios de Alambari, Anhembi, Bofete, Capela do Alto, Cesário Lange, Laranjal Paulista, Sarapuí e Torre de Pedra. O objetivo primário abrange a expansão da rede de coleta de efluentes e a melhoria contínua na distribuição hídrica nas localidades ao redor de Tatuí.

Impacto estrutural na região de Tatuí
A injeção de capital ganha velocidade após a desestatização da companhia hídrica pelo Governo de São Paulo. O cronograma oficial estabelece a universalização dos serviços básicos, com a meta governamental de entregar água tratada e esgotamento adequado para toda a população paulista.

A expansão da malha subterrânea reduz a poluição nos cursos d’água locais e eleva a segurança operacional no abastecimento das residências. As melhorias na infraestrutura urbana perto de Tatuí refletem diretamente nos indicadores de saúde pública, reduzindo a incidência de doenças ligadas à falta de saneamento.

O avanço econômico regional acompanha o andamento das frentes de trabalho. A modernização do sistema de águas atrai novas empresas, impulsiona o mercado imobiliário e viabiliza o crescimento estruturado dos municípios beneficiados pelas obras ao longo da década.

Aportes exclusivos para a cidade
O plano de expansão destina recursos específicos e isolados para o município principal. Entre 2026 e 2029, a companhia injetará R$ 217,2 milhões direcionados à modernização dos sistemas locais. O cronograma de obras transforma Tatuí em um lote independente dentro do projeto estadual de universalização.

Região de Tatuí terá R$ 413 milhões investidos em obras de saneamento

O Governo de São Paulo está executando um conjunto de obras para levar mais água ao sistema que abastece o estado e reforçar a segurança hídrica em períodos de estiagem. As intervenções fazem parte do maior programa de resiliência hídrica da história paulista, que reúne mais de R$ 25 bilhões em investimentos para todas as regiões. As ações se dividem entre entregas já concluídas e projetos que se estendem até 2030. Juntos, devem ampliar a capacidade de produção e reservação de água da Região Metropolitana de São Paulo, onde vivem cerca de 22 milhões de pessoas.

“Nós temos o maior programa de resiliência hídrica da história do Estado de São Paulo, com mais de R$ 25 bilhões em investimentos. Já concluímos obras importantes, como a interligação Itapanhaú-Biritiba Mirim, que ampliou em cerca de 17% a capacidade do Sistema Alto Tietê e beneficia milhões de pessoas. Também estamos ampliando estações de tratamento de água e executando novas obras para aumentar a oferta hídrica e reforçar a segurança do abastecimento”, explica a secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende.

O Governo de São Paulo anunciou na semana passada o aperfeiçoamento da metodologia de monitoramento da segurança hídrica da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). A nova metodologia utiliza uma base de dados mais ampla, que considera a série histórica do comportamento hidrológico dos últimos 15 anos – este período também contempla eventos climáticos relevantes, como El Niño e La Niña, inclusive diante da previsão de ocorrência desses fenômenos nos próximos meses. O Sistema Cantareira passa a ter uma curva própria, além do monitoramento simultâneo do Sistema Integrado Metropolitano (SIM). 

Obras de resiliência
Com investimento de R$ 161 milhões, a Transferência Itapanhaú-Biritiba Mirim, realizada pela Sabesp, acrescentou 2 mil litros por segundo de água bruta ao Sistema Alto Tietê, ampliando a disponibilidade hídrica de um dos principais sistemas produtores da Região Metropolitana de São Paulo e reforçando a resiliência do abastecimento diante de períodos de estiagem. Já a transferência Guaratuba reforçou o abastecimento com outros 200 litros por segundo e aporte de R$ 10 milhões, ambas obras foram concluídas já em 2025.

Outra frente é a reservação. A Sabesp investe R$ 525 milhões na implantação de 31 reservatórios em 24 centros de reservação da Região Metropolitana. As estruturas ampliam em 202,5 mil metros cúbicos a capacidade de armazenamento de água tratada, o que ajuda a manter o abastecimento nos horários de maior consumo.

Essas obras se somam a iniciativas já em operação, como as interligações entre os sistemas produtores da Região Metropolitana, as ampliações feitas nos sistemas Cantareira e Alto Tietê e o Aquapolo, referência no reúso de água para fins industriais.

O Governo de São Paulo também entregou obras estruturais para reforçar a segurança hídrica da Região Metropolitana de São Paulo. São 28 intervenções em estações de tratamento, estações de bombeamento, adutoras e válvulas de controle, das quais 10 já foram concluídas, com investimento de R$ 112,7 milhões. Nos últimos três anos, o Estado também investiu cerca de R$ 148 milhões na perfuração de 141 poços profundos para ampliar a disponibilidade hídrica em diferentes regiões paulistas.

As intervenções da Região Metropolitana fazem parte de um programa de resiliência hídrica que alcança todas as regiões do estado. Entre as obras emblemáticas em andamento estão as barragens Pedreira e Duas Pontes e o Sistema Adutor Regional (SAR) dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. O programa inclui ainda o desassoreamento e a revitalização de 479 cursos d’água por meio do Programa Rios Vivos.

O que vem até por aí
Para dezembro de 2026, estão previstas duas obras em estações de tratamento. Na Estação de Tratamento de Água (ETA) Rio Grande, a Sabesp vai instalar tratamento por membrana, com ganho de 500 litros por segundo e investimento de R$ 95 milhões. Na ETA Baixo Cotia, o retrofit deve ampliar a produção em mil litros por segundo, com aporte de R$ 357 milhões.

Para 2027, está programada a Transposição Billings-Taiaçupeba, que vai levar água do braço Rio Pequeno da Billings, em São Bernardo do Campo, até o reservatório de Taiaçupeba, em Suzano, que integra o Sistema Alto Tietê. A obra adiciona 4 mil litros de água bruta por segundo, com investimento de R$ 1,4 bilhão.

Segundo a Sabesp, o conjunto de obras estruturais em andamento na Região Metropolitana representa mais de R$ 5 bilhões até 2027 e o acréscimo de 8 mil litros de água por segundo, beneficiando toda a população atendida.

Além das obras em curso, a Sabesp prevê um pacote de investimentos adicionais de R$5,9 bilhões, com projetos escalonados até 2030. A Transposição Billings-Taiaçupeba integra esse pacote, ao lado de outras seis frentes.

Entre elas estão a Estação Elevatória de Água Bruta (EEAB) Guaió, com entrega prevista para março de 2026, e a recarga de manancial a partir da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Suzano-Taiaçupeba, programada para dezembro de 2027. Para os anos seguintes, estão previstas a recarga de manancial pela ETE Barueri-Rio Cotia, a recarga de mananciais pela Estação Produtora de Água de Reúso (EPAR) Guarapiranga e a Transferência Paraíba do Sul-Alto Tietê, com ampliação de estação de tratamento. Os projetos somam capacidade adicional de 12,8 metros cúbicos por segundo.

Redução de perdas 
O combate às perdas de água também integra a estratégia de segurança hídrica do Governo de São Paulo. Apenas em 2025, a Sabesp investiu cerca de R$ 1,68 bilhão em ações como substituição de redes e hidrômetros, combate a vazamentos e fraudes, instalação de válvulas redutoras de pressão e modernização da operação dos sistemas de abastecimento. O objetivo é aumentar a eficiência da distribuição e reduzir o desperdício de água tratada.

Até 2029, estão previstos quase R$ 9 bilhões em investimentos nessa área, o maior programa de redução de perdas já realizado pela Sabesp. A iniciativa complementa as obras de ampliação da oferta hídrica e reforça a resiliência do sistema de abastecimento ao permitir o melhor aproveitamento da água já disponível nos mananciais, beneficiando milhões de pessoas na Região Metropolitana de São Paulo e em outras regiões atendidas pela companhia.

“Estamos atacando a questão das perdas de água na origem. Ao mesmo tempo, adotamos medidas para proteger a população mais impactada pela gestão da demanda noturna, com reforço de redes, reservatórios e instalação gratuita de caixas d’água. Nosso objetivo é aumentar a resiliência do sistema e garantir mais segurança hídrica para a população”, afirma Natália Resende.

Além das obras que reforçam o abastecimento do sistema que abastece a Região Metropolitana de São Paulo, a gestão mantém um trabalho de gestão hídrica desenvolvido no âmbito do Comitê Integrado e do Conselho Estadual de Mudanças Climáticas, sob gestão da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística.

Conheça as obras e ações previstas para aumentar a resiliência no abastecimento de água de SP

O Governo do Estado de São Paulo anunciou o maior pacote de investimentos em saneamento básico da história da Região Metropolitana. Durante a passagem da Caravana 3D pela capital, a gestão estadual confirmou o aporte de R$ 13 bilhões para acelerar a universalização dos serviços de água e esgoto em 20 municípios das sub-regiões Oeste, Norte e Sudoeste da Grande São Paulo entre 2026 e 2029.

O macroprojeto é coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) e foca na despoluição de mananciais, na melhora da saúde pública e no cumprimento das metas do Novo Marco Legal do Saneamento.

ETE Barueri recebe R$ 6 bilhões
O coração do investimento está concentrado em Barueri, que absorverá R$ 6 bilhões do montante total. O recurso será integralmente aplicado na ampliação e modernização da Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) Barueri, considerada a maior da América Latina. A planta atende hoje mais de 10 milhões de pessoas de diversos municípios paulistas, incluindo bairros da capital.

Com a reforma do programa IntegraTietê, a estação passará por melhorias tecnológicas profundas:

Capacidade ampliada: O volume de tratamento saltará de 16 metros cúbicos por segundo para 22,5 metros cúbicos por segundo (alta de 40%);
Sustentabilidade: Novas estruturas vão reduzir em até 70% o volume de lodo gerado no processo;
Autossuficiência energética: O biogás resultante do tratamento será transformado em energia elétrica para abastecer a própria usina.
“A ampliação da coleta e do tratamento de esgoto significa mais saúde, mais qualidade de vida e mais preservação dos nossos rios. Em Barueri, esse effort será fundamental para avançarmos na despoluição do Rio Tietê”, destacou a secretária da Semil, Natália Resende.

Divisão de recursos por município
Os outros R$ 7 bilhões do pacote anunciado pelo governo estadual serão pulverizados nas redes de distribuição e coleta de mais 19 cidades da região metropolitana. Confira os principais destaques financeiros:

Cotia: R$ 2,2 bilhões
Cajamar: R$ 762 milhões
Mairiporã: R$ 492,7 milhões
Santana de Parnaíba: R$ 468,8 milhões
Carapicuíba: R$ 456 milhões
Osasco: R$ 410,8 milhões
Itapecerica da Serra: R$ 385 milhões
Itapevi: R$ 353,7 milhões
Franco da Rocha: R$ 351 milhões
Embu das Artes: R$ 299 milhões
Jandira: R$ 241,3 milhões
Caieiras: R$ 163,9 milhões
Francisco Morato: R$ 123,6 milhões
Taboão da Serra: R$ 115 milhões
Vargem Grande Paulista: R$ 103,6 milhões
Demais cidades (Embu-Guaçu, Juquitiba, Pirapora do Bom Jesus e São Lourenço da Serra) somam juntas cerca de R$ 200 milhões em melhorias locais.

Governo de SP investe R$ 13 bi em saneamento na Grande SP

Macaé foi palco, nesta sexta-feira (26), do pré-lançamento institucional do Projeto Rota da Esperança (PRoES), iniciativa pioneira da Marinha do Brasil, por meio do Comando do 1º Distrito Naval, voltada à promoção da saúde, cidadania e segurança marítima para pescadores artesanais, trabalhadores do mar e comunidades costeiras em situação de vulnerabilidade.

O evento foi realizado na Base da Petrobras em Imbetiba, na Praia Campista, e reuniu representantes da Prefeitura de Macaé, Marinha do Brasil, Petrobras, Porto do Açu, Sociedade Amigos da Marinha (SOAMAR) e integrantes de colônias de pescadores da região.

Com lançamento em Macaé, reconhecida como Capital Nacional do Offshore, o projeto busca fortalecer a base social que sustenta a Economia do Mar brasileira, por meio de ações integradas que promovem inclusão social, desenvolvimento econômico e segurança das atividades marítimas.

Representando a Prefeitura de Macaé estiveram presentes o Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, Sylvio Mussi Lopes Teixeira; o Secretário Executivo de Políticas Energéticas, Rodrigo Vianna; a Secretária Municipal de Saúde, Simone Sales; o Secretário Executivo de Comunicação, Ed Lameu; e a assessora da Secretaria de Pesca e Aquicultura, Rizete Ribeiro.

"O Projeto Rota da Esperança não traz só esperança, mas a certeza de que dias melhores virão para nossa economia do mar", disse  o Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, Sylvio Mussi Lopes Teixeira.

"Macaé tem construído políticas públicas sólidas por meio de uma interlocução constante com instituições governamentais, empresariais e da sociedade civil, tanto civil quanto militar", salientou o Secretário Executivo de Políticas Energéticas, Rodrigo Vianna.

O PRoES vai começar por Macaé. O município foi escolhido como o laboratório ideal de inovação e integração institucional base nos seguintes fatores: é a Capital Nacional do Offshore, tem forte comunidade pesqueira, conta com a presença da Petrobras e da Marinha; tem uma base operacional estabelecida via Capitania dos Portos (CPM), existe a integração com o Porto do Açu, apresenta um ambiente social favorável e oferece forte apoio governamental.

Ações integradas para transformar realidades

O PRoES foi estruturado em três eixos principais: saúde, cidadania e segurança marítima.

Na área da saúde, serão promovidos atendimentos médicos e odontológicos realizados por profissionais da Marinha, além de campanhas de prevenção e promoção da saúde voltadas às comunidades pesqueiras.

No eixo da cidadania, o projeto prevê apoio à regularização documental de pescadores, orientação social contínua e assistência para a regularização de embarcações junto à Capitania dos Portos.

Já na área de segurança marítima, as ações incluem a distribuição de equipamentos de segurança da navegação, capacitação de trabalhadores marítimos, atividades de conscientização e iniciativas voltadas à proteção de infraestruturas estratégicas ligadas à atividade marítima.

Governança colaborativa

O Projeto Rota da Esperança reúne instituições públicas, privadas e representantes da sociedade civil em uma ampla rede de cooperação.

A Marinha do Brasil é responsável pela coordenação operacional e execução institucional da iniciativa. A Petrobras atua com apoio à infraestrutura e ações alinhadas às práticas ESG. O Porto do Açu contribui com ações de cooperação voltadas ao desenvolvimento local e à proteção portuária.

As colônias de pescadores participam diretamente da mobilização e do engajamento das comunidades beneficiadas, enquanto a SOAMAR Macaé atua no fortalecimento da mentalidade marítima civil. A Prefeitura de Macaé, por meio da Secretaria Municipal de Pesca e Aquicultura, tem papel estratégico na articulação e mobilização das comunidades pesqueiras do município.

Benefícios para a Economia do Mar

De acordo com os organizadores, o projeto deve gerar impactos positivos em diferentes áreas. Entre os resultados esperados estão a ampliação do acesso à saúde e à cidadania para populações vulneráveis, o fortalecimento sustentável da Economia do Mar, a proteção da cadeia logística offshore e o aumento da integração entre a sociedade civil e a Marinha do Brasil.

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