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Capacitação fortalece produção sustentável e conservação hídrica no Baixo Rio das Velhas

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26/02/26

CASAN investe mais de R$ 15 milhões no Sistema de Abastecimento de Xanxerê

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11 - 12

Fevereiro

Curso Online: Projetos Ágeis, Resultados Concretos

09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

09 - 12

Março

Curso online: Sistema de Disposição Oceânica de Efluentes Sanitários (Emissários Submarinos): Noções básicas

09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

25 - 26

Março

Curso online: Apresentações de impacto

09:00 - 13:00

Cursos AESabesp - Online

15 - 16

Abril

Curso Presencial: MND: Introdução e Aprofundamento

08:00 - 17:00

Cursos AESabesp

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IFAT

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O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas (CBH Rio das Velhas) promoveu, entre terça-feira (24) e quarta-feira (25), no município de Várzea da Palma, no Baixo Velhas, o Curso de Capacitação em Agropecuária Sustentável, Práticas Agroecológicas e Agricultura Orgânica. A atividade integra o Programa de Conservação Ambiental e Produção de Água, iniciativa do Comitê voltada ao desenvolvimento e execução de ações para maximizar o potencial de produção hídrica em sub-bacias hidrográficas, a partir do planejamento e da implementação de Soluções Baseadas na Natureza (SBN).

Nesta etapa, o Programa contempla quatro microbacias prioritárias: Rio Maracujá (Alto Rio das Velhas), Ribeirão Ribeiro Bonito (Médio-Alto), Ribeirão Soberbo (Médio-Baixo) e Córrego Pedras Grandes (Baixo Velhas). É justamente nesta última que o curso foi realizado, reforçando a premissa do CBH Rio das Velhas de que toda intervenção física no território deve ser acompanhada de ações de Educação Ambiental e Mobilização Social junto ao público beneficiado.

As atividades ocorreram no Sindicato Rural de Várzea da Palma, com apoio da Prefeitura Municipal e apoio técnico da Agência Peixe Vivo. A realização foi do CBH Rio das Velhas em conjunto com o Subcomitê Guaicuí.

A programação foi dividida em dois dias. No primeiro, os participantes acompanharam a abertura do evento, a apresentação do projeto e quatro blocos temáticos abordando fundamentos da agropecuária sustentável, agroecologia e agricultura orgânica, tecnologias e boas práticas de produção sustentável, além de organização social e comercialização. No segundo dia, as discussões tiveram foco prático, com conteúdos sobre produção de biofertilizantes e adubos orgânicos, bem-estar animal, processamento limpo e controlado e extrativismo sustentável.

Intervenções concretas na microbacia

Na microbacia do Córrego Pedras Grandes, os resultados do Programa já são expressivos. Foram executados mais de 38 mil metros de cercamento com instalação de tronqueiras para proteção das áreas recuperadas, além do plantio de mais de 22 mil mudas para recomposição da vegetação nativa.

Para controle de processos erosivos, houve plantio consorciado de gramíneas e leguminosas em mais de 15 mil metros quadrados, construção de 515 bacias de contenção (barraginhas), 635 metros de terraços e quase 50 metros de paliçadas. Também foram realizadas ações de controle de erosão em estradas, abrangendo cerca de 92 mil m².

O projeto inclui ainda dois pontos de monitoramento ambiental, acompanhando vazão, turbidez e precipitação, além de atividades socioambientais como seminário, oficinas e cursos de capacitação. A manutenção das intervenções segue em andamento, garantindo a continuidade e a efetividade das ações implementadas.

Sustentabilidade e impacto no território

De acordo com Daniel Augusto Martins Corrêa, engenheiro agrônomo da Fortal Engenharia, empresa executora do projeto, o curso foi estruturado para promover diálogo e aplicação prática no campo. “O curso buscou, através de informações e conhecimentos de pessoas que dominam o assunto, trazer essas informações e criar um diálogo com os proprietários rurais, tanto do entorno do Córrego Pedras Grandes, como os outros proprietários que foram convidados, sobre como cada um pode desenvolver essas práticas sustentáveis, trazendo benefícios tanto para o meio ambiente, como para a atividade em que eles desenvolvem na propriedade. Isso também impacta diretamente o ecossistema, em torno dos cursos da água, das nascentes, das reservas.”

Ele destaca ainda a relação direta entre práticas agropecuárias sustentáveis e produção de água. “O desenvolvimento da agropecuária sustentável, por meio de práticas agroecológicas e da agricultura orgânica, contribui de forma expressiva para a produção de água em microbacias hidrográficas. A implementação de técnicas mecânicas, como a construção de curvas de nível em terraços e barragens, aliada a práticas culturais, a exemplo do plantio em nível, rotação e consorciação de culturas e recuperação de pastagens degradadas, demonstra-se fundamental. Tais práticas promovem a permeabilidade e a cobertura do solo, minimizando a erosão superficial e, consequentemente, a erosão em profundidade. Em suma, essa metodologia e suas práticas associadas são elementos-chave para a conservação e o aumento da disponibilidade hídrica.”

Para Álvaro Gomes, coordenador do Subcomitê Guaicuí, a proposta vai além das intervenções físicas. “A iniciativa vai além de um simples programa de recuperação ambiental e de produção hídrica — que, por si só, já teria grande relevância. Trata-se de uma intervenção de caráter multidisciplinar, que não se limita a ações pontuais no território. Além das medidas voltadas à produção de água e à correção do solo, o projeto também investe na capacitação das pessoas que vivem e trabalham na região. A proposta é difundir uma metodologia mais sustentável de uso da terra, incentivando práticas mais responsáveis e um manejo ambientalmente adequado, com foco na preservação do solo e na sustentabilidade dos recursos hídricos.”

Ele complementa. “Ao integrar recuperação ambiental e formação técnica da comunidade local, a ação amplia seus impactos e fortalece a perspectiva de longo prazo. Mais do que uma transformação física do espaço, o programa promove mudança de comportamento e geração de conhecimento, o que torna o investimento no território mais consistente e duradouro.”

Voz do produtor

Entre os participantes esteve Paulo César Teixeira Reis, produtor rural do Projeto de Assentamento (PA) Correntes, em Várzea da Palma. Ao explicar o que o motivou a participar, ele afirmou: “Eu gosto muito de mexer com plantações. Cuido de horta, crio animais e também me preocupo muito com a preservação das nascentes e da natureza. Quando soube desse curso, decidi participar para aprender mais ainda e, no que a gente puder, estar ajudando.”

Sobre o retorno das práticas sustentáveis para o produtor, ele é enfático: “Pelo meu ver, sim. Se fizesse isso mais vezes, seria melhor. Porque hoje, a gente vê muito o uso de química e veneno. Por isso, é importante abrir o olho do povo para o que foi apresentado aqui sobre o orgânico. É muito melhor, a gente comer uma coisa mais saudável, né!? Uma verdura mais saudável, uma carne mais saudável. Foi ótimo isso aqui.”

E, quanto à aplicação do aprendizado na propriedade, completa: “Tudo viu. O que estiver nas minhas condições e minha capacidade eu vou fazer o melhor para pôr em prática tudo o que aprendi aqui.”

Capacitação fortalece produção sustentável e conservação hídrica no Baixo Rio das Velhas

A CASAN está reforçando o abastecimento de Xanxerê com um pacote de investimentos de R$ 15,6 milhões. As obras iniciadas em 2024 vão garantir maior vazão e pressão na distribuição de água. Assentamento de novas redes, instalação de poços, construção de novos reservatórios e reforma da Estação de Tratamento de Água estão entre as melhorias em andamento.

Para melhorar a segurança hídrica, a Companhia instalou três novos reservatórios de alta tecnologia. Dois em aço inox, com capacidade para 300 mil litros cada, e outro em aço vitrificado, de 500 mil litros. Os novos reservatórios representam um crescimento de 30% na capacidade de reservação da cidade.

O reservatório de maior capacidade foi instalado na Rua Dolvino Cavagnoli para atender os bairros Vila Sésamo e Jardim Tarumã. Os outros dois reservatórios, ambos em inox, foram posicionados em pontos estratégicos: um na Rua Ângelo Calefi e outro na marginal da BR-282, próximo à Avenida Brasil.

O reservatório da Rua Ângelo Calefi abastece as regiões dos bairros Nossa Senhora de Lourdes, Leandro e Tacca. Já o instalado na marginal da BR‑282 atende os bairros Castelo Branco, Frederico Ferronato, João Winckler e, parcialmente, o São Jorge.

A Companhia segue avançando na instalação de novas redes para fazer a integração dos novos tanques e colocá-los em operação. Ao longo das próximas semanas as obras passam pelas ruas Rua Nossa Senhora da Salete, Constante Stolaski, Angela Bortoncelo Tombini e Rua Luiz Bagatini.

“Essas melhorias no abastecimento reforçam o compromisso da CASAN com a segurança hídrica de Xanxerê. Estamos ampliando a capacidade de reservação e modernizando a infraestrutura para garantir mais estabilidade no fornecimento, especialmente nos períodos de maior consumo”, destaca a chefe da Agência, Ivania Cristina Kleinert.

TRÂNSITO

Durante o período em obras nas ruas Rua Nossa Senhora da Salete, Constante Stolaski, Angela Bortoncelo Tombini e Rua Luiz Bagatini o trânsito de veículos poderá ficar parcialmente interditado. Motoristas e pedestres que transitam pela via devem ficar atentos à sinalização. A previsão de conclusão das obras na região é até o mês de março, a depender das condições climáticas. A CASAN pede desculpa pelo transtorno e agradece a compreensão.

ABASTECIMENTO
Para o assentamento das tubulações, poderá ocorrer a interrupção temporária do abastecimento na região em que ocorre a obra. A CASAN pede desculpa pelo transtorno e reforça que residências com a devida caixa d'água não devem sentir a parada no abastecimento e recomenda uso consciente e econômico durante o período. Para outras orientações e solicitação de serviços entre em contato com a Central de Atendimento pelos telefones 0800 048 0115 ou 0800 643 0195 e Aplicativo CASAN.

CASAN investe mais de R$ 15 milhões no Sistema de Abastecimento de Xanxerê

O acesso à água potável, ao esgotamento sanitário e à gestão adequada de resíduos como direito da população brasileira está entre as principais bandeiras da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) na 6ª Conferência Nacional das Cidades, que começa nesta terça-feira (24/02), em Brasília. A instituição participa do evento com cinco delegados com direito a voto e presença ampliada em diferentes salas temáticas consideradas estratégicas para a formulação das políticas públicas que beneficiarão a população brasileira nos próximos anos.

De acordo com o presidente da Funasa, Alexandre Motta, a conferência é um espaço decisivo para o presente e o futuro das políticas de desenvolvimento. “Não tem nada nesta semana que seja tão decisivo quanto este evento. Ele será paramétrico para o desenvolvimento urbano no Brasil e, especialmente, para o saneamento e para o enfrentamento da questão climática”, afirmou, após a cerimônia de abertura.

A Funasa defenderá cinco prioridades centrais durante os debates: saneamento básico como direito fundamental; a indissociabilidade entre saneamento e saúde; a necessidade da institucionalização do Programa Nacional de Saneamento Rural (PNSR); a necessidade incontornável de ampliar os indicadores de saneamento na Amazônia; e explicitar que a crise climática coloca o saneamento básico como elemento-chave para a sobrevivência humana. Segundo Motta, a proposta é consolidar a compreensão de que o saneamento é parte estruturante da política de saúde pública e, diante da crise climática, assume também outra dimensão. “O saneamento sempre foi fundamental para a saúde e para a dignidade humana. Com a crise climática, passa a ser também uma questão de sobrevivência”, destacou.

 Saneamento e sustentabilidade

A atuação com direito a voto ocorrerá em três salas temáticas. Ao todo, a Funasa conta com cinco delegados oficialmente credenciados.

A Fundação também tem representantes acompanhando e participando dos debates sobre “Saneamento: políticas e ações para o saneamento ambiental urbano e rural”, “Sustentabilidade e Clima: sustentabilidade ambiental e emergências climáticas”, além de temas relacionados ao Sistema Nacional de Desenvolvimento Urbano (SNDU), a Produção e Melhoria Habitacional e ao Financiamento da Política Urbana.

Para o presidente, a presença ativa da instituição integra um movimento mais amplo de reconstrução e reposicionamento da Funasa no setor de saneamento, especialmente no que se refere aos pequenos municípios, ao saneamento rural e à região Amazônica. “A lacuna está posta e está clara para nós. Temos contribuição concreta a dar e vamos aproveitar essa oportunidade para reafirmar o saneamento como direito e como política pública essencial à saúde, à Amazônia e ao enfrentamento da crise climática”, salientou.

Contato para a imprensa:
Comunicação – Funasa
E-mail: imprensa@funasa.gov.br
Telefone: (61) 3314-6428

Funasa defende saneamento como direito na Conferência das Cidades

Foi aberta nesta terça-feira (24/2) a 6ª Conferência Nacional das Cidades, pelo ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho, reunindo autoridades federais, parlamentares e movimentos sociais organizados, além de mais de 3 mil delegados de todo o país. A Conferência retoma o ciclo nacional — a última edição, a 5ª Conferência, ocorreu em 20/11/2013, e a etapa seguinte estava prevista para 2016.

A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) participa do Congresso com uma delegação de oito delegados dos estados Rio Grande do Sul, São Paulo, Goiás e Amazonas (Minas Gerais elegeu uma delegada, mas ela não pôde participar). Entre os objetivos, está manter a ABES no Conselho Nacional das Cidades, instância responsável por debater temas estruturantes do desenvolvimento urbano — incluindo saneamento.

“A retomada da Conferência é essencial porque recoloca as cidades no centro da agenda pública, com participação social e visão de longo prazo. Depois de 12 anos, o Brasil volta a discutir de forma ampla um caminho nacional para integrar os desafios urbanos”, afirma Eng. Agr., Prof. Dr. Darci Barnech Campani, representante da ABES.

Política nacional para integrar as cidades

A 6ª Conferência foi precedida por conferências municipais e estaduais em todo o Brasil, com o objetivo de discutir uma proposta de Política Nacional de Desenvolvimento Urbano e seu Sistema Nacional, integrando temas que impactam diretamente a qualidade de vida nas cidades como saneamento, mobilidade, moradia e planejamento urbano.

“O Brasil já tem políticas e sistemas nacionais consolidados em áreas como meio ambiente, saúde, recursos hídricos e saneamento. O que falta é um arranjo nacional que integre a gestão das cidades e conecte esses temas no território, inclusive considerando regiões metropolitanas e municípios limítrofes”, destaca Campani.

Segundo o representante da ABES, a maturidade do debate aponta para que a política e o sistema de desenvolvimento urbano avancem por projeto de lei, com expectativa de discussão da redação final ainda em 2026 e posterior encaminhamento ao Congresso Nacional.

“A criação de uma Política Nacional de Desenvolvimento Urbano e do seu Sistema de Gestão é uma agenda madura. Ela é o ‘guarda-chuva’ que pode dar coerência e integração ao planejamento urbano e aos serviços essenciais, como o saneamento”, reforça.

Saneamento terá dia inteiro de debates e análise de emendas

Dentro da programação da Conferência, está previsto um dia inteiro dedicado à discussão do papel do saneamento e de sua universalização no contexto do Sistema Nacional de Desenvolvimento Urbano, com foco em desenvolvimento sustentável e qualidade de vida.

O Grupo Específico de Saneamento será coordenado por Darci Barnech Campani (ABES) e por Neila Gomes dos Santos, representante do Movimento Nacional de Luta pela Moradia. Além do texto-base encaminhado pelo Conselho Nacional das Cidades, o grupo analisará 40 emendas aprovadas nas conferências estaduais, especificamente relacionadas ao saneamento.

“Universalizar o saneamento exige integração: planejamento urbano, governança, financiamento e coordenação entre políticas públicas. É por isso que um sistema nacional de desenvolvimento urbano faz diferença, ele organiza a prioridade e melhora a capacidade de execução, a partir das diretrizes que serão debatidas aqui”, pontua Campani.

A cerimônia de abertura também contou com fala do ex-ministro Olívio Dutra, primeiro ministro das Cidades, que liderou a criação do Ministério e a realização da primeira Conferência Nacional.

Próximos passos

No dia 27/2, está prevista a votação do texto aprovado e a homologação das entidades escolhidas nas reuniões dos segmentos do Conselho. A ABES integra o segmento de entidades representativas de profissionais que atuam no setor de desenvolvimento urbano.

“A presença ativa das entidades na Conferência é fundamental para que o Conselho Nacional das Cidades seja composto por organizações que realmente participam das discussões e ajudam a construir soluções para o país, especialmente em temas estruturantes como o saneamento”, conclui Campani.

Sobre a ABES
A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) é uma entidade técnico-científica dedicada ao fortalecimento do saneamento ambiental e à promoção de políticas públicas, inovação e qualificação profissional para a universalização dos serviços no Brasil.

ABES participa da 6ª Conferência Nacional das Cidades e reforça papel do saneamento na Política Nacional de Desenvolvimento Urbano

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