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Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

19/06/26

Prefeitura nomeia integrantes do Comitê de Gestão de Riscos Climáticos e Segurança Hídrica

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Prefeitura nomeia integrantes do Comitê de Gestão de Riscos Climáticos e Segurança Hídrica

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10, 11, 12, 13 e 14

Maio

O mega desafio trazido pela Nova Lei 14133/2021 de Licitações

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

25, 26 e 27

Maio

Curso presencial: MND: Introdução e Aprofundamento

08::00 - 17:00

Sede de AESabesp

01 ,02, 03

Junho

Curso presencial: Transientes Hidráulicos 2026

08:30 - 17:30

São Paulo - SP

18, 19

Junho

Curso Online de Fiscalização de Serviços em Saneamento

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

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Os investimentos em saneamento básico na Baixada Santista serão cinco vezes maior após a desestatização da Sabesp promovida pelo Governo de São Paulo. Serão R$ 8,1 bilhões em investimentos de 2026 até 2029 (média de R$ 2 bilhões por ano) para resolver desafios estruturais no abastecimento de água e esgoto. Além disso, R$ 2,43 bilhões já foram aplicados entre 2024 e 2025. Antes da desestatização, a média anual de investimentos foi de R$ 400 milhões por ano entre 2017 e 2024.

O Governo de São Paulo inicia nesta quinta (17) a Caravana 3D pela Baixada Santista, com anúncios de investimentos e entregas para a região, incluindo dois novos reservatórios de água tratada em Itanhaém, que representam investimento de R$ 84,6 milhões. Os reservatórios — os primeiros do sistema Mambu-Branco — têm capacidade para armazenar 20 milhões de litros, parte de um projeto que chegará a 40 milhões, e já beneficiam diretamente cerca de 1,2 milhão de moradores de cinco cidades, incluindo Praia Grande, São Vicente e Peruíbe.

A alta de aportes para o saneamento na Baixada Santista também fica evidente no crescimento do investimento médio anual por habitante na região, passará de R$ 313,22 para R$ 979,89. Os recursos fazem parte do plano de universalização do saneamento no estado até 2029 e refletem a ampliação de 120% nos investimentos da companhia após a desestatização.

“A desestatização da Sabesp permitiu ampliar significativamente a capacidade de investimento da companhia”, disse o governador Tarcísio de Freitas. “Na Baixada Santista, isso se traduz em mais recursos para obras de abastecimento de água e esgotamento sanitário, reforçando a segurança hídrica da população e acelerando a universalização do saneamento.” 

O avanço é observado em todos os municípios atendidos pela companhia na região. Em Bertioga, o investimento anual por habitante passa a ser dez vezes maior: de R$ 180 para R$ 1.805. Em Itanhaém, sobe de R$ 922 para R$ 1.788. Mongaguá passa de R$ 325 para R$ 1.186, enquanto Peruíbe registra aumento de R$ 328 para R$ 1.157. No Guarujá, o indicador cresce de R$ 206 para R$ 912 por morador ao ano. Em Cubatão, o investimento anual por habitante passa de R$ 94 para R$ 526. Em São Vicente, cresce de R$ 134 para R$ 661. Em Santos, passa de R$ 79 para R$ 230. Já em Praia Grande, o indicador evolui de R$ 551 para R$ 554 por habitante ao ano, mantendo um dos maiores patamares de investimento da região.

O valor investido na Baixada de R$ 979,89 é bem acima da média per capita nacional, calculada pelo Instituto Trata Brasil em R$ 135,89 em 2024. Ele fica acima também do investimento necessário para garantir as metas de universalização da água e esgoto no Brasil, previsto no Plano Nacional de Saneamento Básico (PLANSAB), de cerca de R$225,00 por habitante anualmente.

Entre as intervenções estruturantes em execução, a Travessia Santos–Guarujá é uma das mais relevantes para o abastecimento regional. A obra permitirá reforçar o fornecimento de água para Vicente de Carvalho, no Guarujá, com acréscimo de 500 litros por segundo na oferta hídrica. A conclusão está prevista para julho de 2026.

Os investimentos na Baixada já resultaram na entrega de seis novos centros de reservação de água tratada, que acrescentaram 40,5 mil metros cúbicos de capacidade de armazenamento aos sistemas de abastecimento, e a execução da Travessia Santos-Guarujá, que tem previsão de entrega em julho e ampliará em 500 litros por segundo a oferta de água para Vicente de Carvalho, no Guarujá. Outra frente estruturante é o Projeto Itatinga-Perequê, que prevê ampliação de 1.000 litros por segundo no abastecimento do Guarujá e de 200 litros por segundo para Bertioga. 

Em Bertioga, foram implantados os reservatórios Mogiano, com capacidade para 5 mil metros cúbicos, e Caruara, com 500 metros cúbicos. No Guarujá, entrou em operação o Centro de Reservação Morrinhos, com capacidade para 10 mil metros cúbicos. Itanhaém recebeu o reservatório Centro, também com 10 mil metros cúbicos, enquanto Peruíbe passou a contar com o reservatório Prados Baixo, de 5 mil metros cúbicos. Em São Vicente, foi concluído o reservatório Rio Branco, com capacidade para 10 mil metros cúbicos.

“Estamos realizando um volume de investimentos para ampliar a segurança hídrica, expandir a coleta e o tratamento de esgoto da Baixada e garantir a antecipação da universalização do saneamento”, disse a secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende. “Esses recursos estão permitindo tirar do papel obras estruturantes, ampliar a capacidade de reservação de água e levar infraestrutura para milhares de famílias da região.” 

Também está em andamento o Projeto Itatinga–Perequê, que contempla estudos e projeto executivo para ampliação da produção de água destinada aos municípios de Guarujá e Bertioga. A iniciativa prevê incremento de 1.000 litros por segundo para o Guarujá e de 200 litros por segundo para Bertioga, com conclusão estimada para dezembro de 2026.

Outro destaque é o Programa Água Legal, que reúne R$ 1,1 bilhão em contratos. Atualmente, quatro contratos estão em andamento, com benefício estimado para mais de 85 mil pessoas por meio da implantação de aproximadamente 30 mil novas economias de água e 31 mil novas economias de esgoto em áreas informais. O objetivo da iniciativa é substituir ligações irregulares de água por ramal oficiais e bem estruturados, levando água potável e tratada a comunidades vulneráveis e áreas informais.

Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

A Prefeitura de Porto Velho oficializou, por meio do Decreto nº 22.096, de 12 de junho de 2026, a nomeação dos integrantes do Comitê Municipal de Gestão de Riscos e Crises Climáticas e Segurança Hídrica (CMGRCCSH). A medida coloca em evidência as ações de planejamento, prevenção e resposta aos impactos das mudanças climáticas e eventos extremos no município.

O comitê tem papel estratégico na elaboração e execução de ações voltadas à proteção da população e à preservação dos recursos hídricos. Compete a ele, por exemplo, promover a articulação entre secretarias, autarquias e demais órgãos municipais para o enfrentamento da crise climática.

Entre suas atribuições estão a elaboração de planos de contingência, a identificação e mitigação de áreas de risco, a proposição de medidas de adaptação às mudanças climáticas e o acompanhamento de ações relacionadas à segurança hídrica.

A estrutura do CMGRCCSH está organizada em três grupos de trabalho: Plano de Contingência, Plano Municipal de Redução de Risco e Plano Municipal de Mudanças Climáticas.

Cada grupo reúne representantes de diferentes áreas da gestão municipal, assegurando uma atuação multidisciplinar e integrada na construção de políticas públicas voltadas à prevenção de desastres, à redução de vulnerabilidades e à promoção da sustentabilidade ambiental.

“Com a nomeação dos membros do comitê, estamos fortalecendo a gestão de riscos e as ações de adaptação às mudanças climáticas. Nosso objetivo é preparar Porto Velho para enfrentar situações de emergência, proteger a população e garantir mais segurança hídrica para todos”, destacou o prefeito Léo Moraes.

O comitê terá atuação integrada em todo o município, incluindo a sede e os distritos localizados nas regiões do Alto, Médio e Baixo Madeira, considerando as diferentes realidades e vulnerabilidades de cada localidade.

A participação de diversas secretarias e órgãos municipais permitirá o planejamento coordenado de ações preventivas e de resposta, envolvendo áreas como assistência social, saúde, infraestrutura, agricultura, desenvolvimento urbano, meio ambiente e defesa civil, fortalecendo a capacidade do município de enfrentar riscos e crises climáticas de forma mais eficiente.

“O trabalho integrado entre as secretarias será fundamental para antecipar riscos, planejar ações e garantir uma resposta mais eficiente às ocorrências que possam afetar a população”, afirmou o coordenador da Defesa Civil Municipal, Marcos Berti.

Grupo de Trabalho do Plano de Contingência

Presidente:

Larissa Ananda Paiva Maciel (Semec)
Titulares:

Adirleide Dias dos Santos (Semagric)
Antonio Carlos de Freitas (Semtran)
Letícia Rodrigues Negreiros (SMD)
Laura Idália Guimarães Coutinho (Semias)
Suplentes:

Alcimar Rodrigues (Semagric)
Carolina Ramos Costa (Semtran)
Sueli Cristina Franco (SMD)
Aldadina Pinheiro Miranda (Semias)
Grupo de Trabalho do Plano Municipal de Redução de Risco

Presidente:

Renato Muzzolon Jr. (ARDPV)
Titulares:

Catiele Almeida Mendes (Emdur)
Diego Lemos Maus (SMCL)
Liandro de Almeida Loyola (Seinfra)
Felipe Freire da Silva (SMPDC)
Suplentes:

Iago Rocha Leite (Emdur)
Lindoval Rodrigues Leal (SMCL)
Pedro Luiz Castilho (SMPDC)
Grupo de Trabalho do Plano Municipal de Mudanças Climáticas

Presidente:

Arthur Felipe Borin dos Santos (Sema)
Titulares:

Moacir de Souza Magalhães (PGM)
Geisa Brasil Ribeiro (Semusa)
Marcelo Melo Barroso (Seinfra)
Fabiana de Oliveira (Semec)
Suplentes:

Rosineide Kempim (PGM)
Raissa Stephanie Freitas de Almeida (Semusa)
João Henrique Costa de Sá (Seinfra)
Carla Caroline Soares dos Santos (Semec)

Prefeitura nomeia integrantes do Comitê de Gestão de Riscos Climáticos e Segurança Hídrica

Em fase final das obras de ampliação e remodelação, a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Atuba Sul, no bairro Cajuru, em Curitiba vai ter, em breve, uma nova via de acesso que será asfaltada por meio de uma parceria entre a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e a Prefeitura. 

A parceria foi firmada na tarde desta quarta-feira (17), pelo diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, e o prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, no Palácio 29 de Março, sede do Poder Executivo municipal.

“Estamos entregando uma obra muito importante e moderna para o saneamento em Curitiba. A Estação de Tratamento de Esgoto Atuba Sul é uma das nossas maiores estações de tratamento, está entre as maiores do Brasil. Fizemos a reformulação dela completa e contar com o apoio da Prefeitura, que é quem entende de asfalto na cidade, é uma grande contribuição”, disse Bley. 

No acordo, a Sanepar vai realizar o aporte de R$ 2,2 milhões para que o município execute o projeto de pavimentação de um trecho de 579 metros na parte final Rua Doutor José Giostri Sobrinho, que será a nova via para a entrada na ETE Atuba Sul. 

Além de trocar o saibro pelo asfalto na via, a Prefeitura vai implantar no trecho o sistema de drenagem pluvial e as calçadas e a sinalização viária necessária, contemplando não somente a unidade da Sanepar como também os moradores da região. 

Pimentel destacou a relevância da atuação da Companhia na capital paranaense, que é a única do Brasil a ter atingido, com anos de antecedência a universalização do saneamento, com 100% do abastecimento de água e 99,5% de esgoto coletado e tratado. 

““Trabalhar juntos nessa obra é de nosso total interesse, pelos benefícios que vai trazer para os moradores da região, com fluxo mais seguro para carros e também com o saneamento adequado”, disse o prefeito.

ETE SUSTENTAVEL – Com as obras de ampliação, a Estação de Tratamento de Esgoto Atuba Sul está sendo remodelada, com um novo sistema de operação, avançando para um conceito de ETE Sustentável, em que, além entregar uma água efluente com maiores índices de pureza devolvidas ao leito do Rio Atuba, aumenta em 40% na sua capacidade de operação. 

Novos processos também foram implantados, visando o reaproveitamento do lodo (resíduo sólido resultante do tratamento do esgoto), transformando-o em ativo para geração de energia elétrica e térmica, reduzindo o gasto de energia na própria unidade e a emissão de gás carbônico na atmosfera e a redução em dez vezes do volume de resíduos não reutilizáveis.

A Sanepar investiu R$ 300 milhões na reformulação da ETE Atuba Sul, em uma obra iniciada há três anos que, apesar de remodelar completamente a planta, manteve a operação de tratamento de interromper o tratamento diário de 120 milhões de litros de esgoto produzidos por 1 milhão de pessoas de Curitiba e Região Metropolitana.

Também participaram da reunião no gabinete do prefeito o vereador Serginho do Posto: o secretário de Governo Municipal, Marcelo Fachinello; a secretária municipal do Meio Ambiente, Marilza Dias, os diretores da Sanepar de Investimentos, Leura Lucia Conte de Oliveira; de Meio Ambiente e Ação Social, Fernando Guedes e o chefe de gabinete da diretoria da presidência da Sanepar, Fabrício Castilho Haesbaert.

Estação de Tratamento de Esgoto de Curitiba ganha acesso asfaltado em parceria da Sanepar com a Prefeitura

A equipe de manutenção da Águas de Casimiro realizou, na manhã desta quinta-feira (18), a limpeza da captação de água do distrito de Rio Dourado.

A intervenção foi necessária devido ao assoreamento do local, provocado pelas chuvas registradas nos últimos dias. Durante o serviço, foram removidos sedimentos acumulados que poderiam comprometer a eficiência da captação e o funcionamento do sistema de abastecimento.

A ação foi planejada e executada pela equipe técnica sem causar impactos ao fornecimento de água para os moradores da localidade, garantindo a continuidade do abastecimento e reforçando o compromisso da autarquia com a qualidade dos serviços prestados à população.

Segundo a Águas de Casimiro, a manutenção preventiva é fundamental para assegurar o pleno funcionamento das estruturas operacionais e contribuir para a segurança hídrica do município.

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