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Cuiabá terá 61% de coleta e tratamento de esgoto em 2019 com projeto de saneamento

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21/05/26

Agência divulga nova trilha de aprendizagem com foco na gestão sustentável da água para profissionais de educação

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Calendário

10, 11, 12, 13 e 14

Maio

O mega desafio trazido pela Nova Lei 14133/2021 de Licitações

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

25, 26 e 27

Maio

Curso presencial: MND: Introdução e Aprofundamento

08::00 - 17:00

Sede de AESabesp

01 ,02, 03

Junho

Curso presencial: Transientes Hidráulicos 2026

08:30 - 17:30

São Paulo - SP

18, 19

Junho

Curso Online de Fiscalização de Serviços em Saneamento

09:00 - 13:00

Plataforma Zoom

Eventos
Fórum Novo Saneamento 2026

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12 e 13 de maio de 2026

Brazil Water Week

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25 a 29 de maio de 2026

Fenasan 2026

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20 a 22 de outubro de 2026

SANEA Brasil 2026

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06 a 09 de dezembro de 2026

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de hipoclorito de sódio com uma solução ácida?

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Como efetuar o dimensionamento de calhas
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Cuiabá chegará, em 2019, a 61% de coleta e tratamento de esgoto em toda a cidade, graças ao projeto de saneamento da Águas Cuiabá, que já começou na última terça-feira (1), primeiro dia do ano. Na data, as equipes contratadas para a realização de instalação de redes coletoras de esgoto seguiram os trabalhos no bairro Bosque da Saúde, que receberá, até abril, 12.000 metros de novas tubulações. O efluente coletado será levado à Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Dom Aquino, localizada no bairro Porto.

De acordo com a assessoria, na terça-feira (1) as equipes trabalharam na Av. F e rua M, e em partes da rua Esmeralda. Durante a semana, instalaram também na Av. E, e parte da rua Safira.

“As obras de instalação de rede de esgoto representam saúde para a comunidade e preservação do meio ambiente. No entanto, sabemos que obras em uma cidade em pleno funcionamento, como é o caso de Cuiabá, traz alguns impactos para a população. Estamos trabalhando e organizando os cronogramas de ação para minimizar essas mudanças no cotidiano. Nessa nova etapa de trabalho prevemos a instalação de 120 metros por dia. Isso significa abrir e instalar o trecho no mesmo dia, para na sequência outras equipes distintas executarem as ligações, os poços de visita, testes e complemento da recomposição asfáltica”, afirmou Helquimedes Andrade, gerente de implantação da Águas Cuiabá.

Para não causar transtornos, a Água Cuiabá realizou as obras de esgotamento em parceria com a Secretaria de Mobilidade de Cuiabá (Semob), que ficou responsável pela gestão do tráfego de pedestres e veículos.

O trabalho de instalação de redes coletoras faz parte da segunda fase do plano de investimentos realizado pela concessionária de saneamento básico da capital mato-grossense. Na primeira fase o foco foi o aperfeiçoamento dos projetos de engenharia e a gestão dos serviços. Posteriormente será realizada a terceira fase, em que os clientes (tanto comerciais quanto residenciais) deverão conectar as unidades consumidoras à rede coletora de esgoto.

A diretoria da concessionária enfatizou, em reunião realizada junto às empreiteiras contratadas para os trabalhos em Cuiabá, que a correta recomposição asfáltica, bem como a adequada sinalização das vias em obras são prioridades da companhia.

"Temos muito trabalho a fazer, os desafios são grandes, mas a qualidade e o respeito ao contrato de concessão são prioridade absoluta da Águas Cuiabá. para isso, é fundamental que todos os envolvidos no processo de ampliação do sistema de saneamento básico da Capital estejam alinhados no compromisso de fazer o melhor, minimizando os impactos à população", observou Cristiane Schwanka, diretora de gestão da Águas Cuiabá.

Além do Bosque da Saúde as obras de ampliação das redes de coletoras de esgoto também são realizadas nos bairros Altos do Coxipó, Jardins dos Ipês, Jardim Leblon II, Canjica, Santa Izabel, Jardim Universitário, Recanto dos Pássaros e Jardim Imperial.

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A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) disponibilizou a nova trilha de aprendizagem Aprendizes das Águas – Trilha para Profissionais da Educação. Para os(as) interessados(as) no tema, o material está disponível no portal Educação e Capacitação para a Regulação e Gestão das Águas e Saneamento juntamente com as trilhas de aprendizagem dos anos anteriores.  

Nesta capacitação estão disponíveis conteúdos baseados nas ações da ANA, como: cursos, vídeos e iniciativas sobre gestão sustentável da água; estudos sobre o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH) e o engajamento dele na sociedade; e reflexões sobre o impacto das ações humanas nos rios e nas bacias hidrográficas.  

O material é dividido em quatro temas, sendo eles: Água na Natureza: Ciclo, Biodiversidade e Clima; Água e Sociedade: Saúde, Cultura e Modos de Vida; Água e Gestão: Governança, Conflitos e Políticas Públicas e Vida; e Água e Futuro: Tecnologia, Sustentabilidade, Energia e Alimento. A capacitação conta também com materiais de apoio, como: vídeos institucionais, cursos, sugestões de leituras e outros. Esses recursos permitem relacionar o conhecimento teórico e as experiências práticas e lúdicas. 

Os recursos nessa trilha de aprendizagem englobam diversas linguagens que favorecem o processo de aprendizagem, permitindo relacionar conhecimento teórico a experiências práticas e lúdicas, tais como: materiais audiovisuais, textos técnicos e pedagógicos, podcasts, poemas, jogos, entre outros.Conheça mais sobre as trilhas de aprendizagem da ANA em: https://capacitacao.ana.gov.br/servicos/trilhas-de-aprendizagem

Agência divulga nova trilha de aprendizagem com foco na gestão sustentável da água para profissionais de educação

O Fundo Social de Solidariedade da Prefeitura de Osasco, comandado pela primeira-dama Gabi Pessoa, lançou terça-feira, 19/5, a Campanha do Agasalho 2026, com o tema “Um inverno bem quentinho. Doe amor, aqueça vidas”. O ato aconteceu no Teatro Municipal Glória Giglio (Avenida dos Autonomistas, 1.533, Vila Yara) e contou com as presenças do prefeito Gerson Pessoa, do secretário de Governo, Luciano Camandoni, do presidente da Câmara Municipal, Carmônio Bastos, e demais secretários e vereadores.
 
A abertura do evento foi marcada com a apresentação do espetáculo “O Mágico de Oz”, da Companhia Letra Jovem do teatro Arca de Noé, de Osasco. Em pouco mais de 30 minutos de apresentação, o público pôde rever a história de Dorothy e outros personagens da história, como o homem de lata, espantalho, leão e bruxas.
 
Segundo Gabi Pessoa, no ano passado foram doadas 32 mil peças de roupas e 4,5 mil cobertores, que beneficiaram 5 mil famílias em situação de vulnerabilidade do município e que integram programas sociais. “Também instituímos no ano passado o Bazar Solidário,  que também foi fundamental na ajuda a essas famílias. A doação é um gesto nobre e pedimos a quem puder que faça a doação”.
 
Ainda de acordo com a primeira-dama, a maior parte da doação em 2025 foi de roupas infantis, para adolescentes e o público feminino. “Pedimos que os homens que puderem também doem roupas masculinas para atingirmos esse público também”.
 
Gerson Pessoa agradeceu às pessoas que sempre que possível fazem doações à campanha. “O ano passado foi nosso primeiro ano de governo e deu aquele friozinho na barriga, aquela expectativa de como seria a campanha. Mas graças a Deus a cidade abraçou a causa e tivemos muitas doações. Com essas constantes mudanças no clima, não sabemos se este inverno será mais rigoroso ou mais quente, mas precisamos estar preparados. Por isso, pedimos aos que puderem que participem, para ajudarmos quem mais precisa”.
 
Os interessados em participar da Campanha do Agasalho podem doar cobertores ou agasalhos novos e em bom estado. Caixas da campanha estarão espalhadas em vários locais da cidade. O Fundo Social entregará as caixas e retirará as roupas e cobertores nos pontos de entrega.
 
Os condomínios residenciais e comércios que quiserem participar da campanha e assim receberem as caixas de coleta podem entrar em contato com o Fundo Social de Osasco no telefone 3652-9400.
No momento, as doações podem ser entregues nas recepções do Fundo Social de Solidariedade (Avenida Lázaro de Mello Brandão, 140) e da entrada principal da Prefeitura de Osasco (Avenida Lázaro de Mello Brandão, 300), de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. A partir da próxima semana, as doações também poderão ser feitas nos seguintes locais:
 
Câmara Municipal de Osasco (Avenida dos Autonomistas, 2.607). Segunda a sexta, das 8h às 17h
 
Pátio Osasco Open Mall (Avenida dos Autonomistas, 896). Segunda a sexta, das 10h às 19h, e sábados, das 10h às 15h
 
Shopping Osasco Plaza (Rua Tenente Avelar Pires de Azevedo, 81). Segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingos, das 14h às 20h
 
Shopping União (Avenida dos Autonomistas, 1.400). Segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingos, das 14h às 20h
 
Super Shopping (Avenida dos Autonomistas, 1.828). Segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingos, das 14h às 20h
 
Teatro Municipal Glória Giglio (Avenida dos Autonomistas, 1.533). Segunda a sexta, das 8h às 17h
 
Terminal de ônibus da Vila Yara (Avenida dos Autonomistas, 500). Segunda a sexta, das 6h às 21h, sábados, das 6h às 20h, e domingos, das 8h às 18h

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Cerca de 32 milhões de brasileiros ainda vivem sem acesso à água tratada e 100 milhões sem coleta de esgoto. Para muitos deles, uma simples infecção intestinal é o suficiente para desorganizar tudo: a criança falta à escola, os pais perdem dias de trabalho e a renda encolhe. Semanas depois, o ciclo recomeça. Mesmo cenário, mesma causa.

Os números oficiais do governo federal, inclusive, mostram o tamanho do problema: somente em 2024, o Brasil registrou mais de 330 mil internações por doenças relacionadas à água contaminada, segundo o DataSUS.

Foi para enfrentar esse cenário que médicos, pesquisadores e agentes comunitários de saúde se reuniram no encontro “Saneamento e Saúde em Diálogo”, promovido pela Águas do Rio, empresa da Aegea, na Zona Portuária. O debate girou em torno dos impactos da precariedade sanitária no cotidiano das comunidades e do papel do saneamento como ferramenta de transformação social.

Os ‘diamantes do SUS’ na linha de frente
Médica pneumologista e pesquisadora da Fiocruz, Margareth Dalcolmo participou do encontro e classificou os agentes comunitários de saúde como os “diamantes do SUS”. Para ela, esses profissionais são capazes de transformar orientação técnica em prevenção dentro das comunidades, criando vínculos de confiança e aproximando informação de quem mais precisa.

“Sem vocês, tudo que nós fazemos cai por terra. São os agentes que levam a informação para dentro das comunidades, que convencem, que acompanham. Eles são fundamentais para que as transformações trazidas pelo saneamento de fato cheguem a quem mais precisa”, afirmou Dalcolmo, que também é embaixadora do projeto Saneamento Salva, plataforma da Aegea que reúne dados, notícias e análises sobre os avanços do setor no país.

Maria Fantinatti Fernandes, pesquisadora e doutora em Ciências pela Fiocruz, foi outra especialista a participar do debate e alertou para os impactos da falta de saneamento sobre o desenvolvimento infantil. A especialista destacou que crianças expostas continuamente à água contaminada e ao esgoto convivem com infecções intestinais recorrentes capazes de comprometer a absorção de nutrientes essenciais ao crescimento e ao desenvolvimento cognitivo.

“Quando falamos de saneamento, falamos de futuro. Uma criança que cresce exposta ao esgoto tem seu desenvolvimento comprometido, e isso afeta o aprendizado, a saúde ao longo da vida e, no fim, as chances que ela terá. As doenças geradas pela falta de saneamento acabam prendendo essa criança a uma vida na pobreza”, explicou Fantinatti.

Para o presidente do Instituto Aegea, Édison Carlos, um dos maiores desafios do país é romper com a naturalização histórica da precariedade sanitária. Segundo ele, gerações inteiras cresceram sem experimentar algo básico: abrir a torneira e confiar na água que chega às casas.

“Quem sempre teve saneamento nem sempre percebe a importância desse serviço. E quem nunca teve acaba naturalizando situações de risco. É uma injustiça que a gente precisa nomear e enfrentar”, afirmou.

Ampliar infraestrutura para reverter cenário histórico
No Rio de Janeiro, a ampliação da infraestrutura aparece como uma das principais apostas para enfrentar esse cenário. Desde novembro de 2021, a Águas do Rio já investiu R$6,3 bilhões em obras de abastecimento e coleta e tratamento de esgoto, beneficiando diretamente 3,5 milhões de pessoas nos 27 municípios onde atua. Ao longo dos 35 anos de concessão, a previsão é que esse volume alcance R$24,4 bilhões, com meta de universalização dos serviços até 2033, conforme prevê o Marco Legal do Saneamento.

Um exemplo desse olhar está para o conjunto de favelas da Maré, na Zona Norte carioca, que recebeu os primeiros moradores nos anos de 1940. Na região a concessionária vai investir R$120 milhões para coletar e tratar o esgoto dos seus 200 mil moradores, além de também garantir a universalização no abastecimento de água. As obras devem ser concluídas até dezembro do ano que vem.

Os impactos da expansão do saneamento também devem alcançar a economia. Segundo o Trata Brasil, a universalização dos serviços apenas na área atendida pela concessionária pode gerar economia de R$101,4 milhões em despesas médicas até o fim da concessão. Outros R$4,9 bilhões devem ser gerados em produtividade até 2056.

Informação como ferramenta de prevenção
Foi pensando em fortalecer o trabalho de quem atua diretamente nas comunidades que a Águas do Rio lançou, durante o evento, a cartilha educativa “Saneamento Básico é Vida”, voltada aos agentes comunitários de saúde que atuam em Clínicas da Família e Centros de Saúde do Rio e da Baixada Fluminense.

O material reúne orientações acessíveis sobre como reconhecer doenças transmitidas pela água e pelo esgoto, limpar corretamente a caixa d’água e entender os benefícios das obras da Águas do Rio.

O agente comunitário de saúde Alexandre Silva resumiu bem o que esses encontros significaram na prática.

“Estamos recebendo informações bem específicas sobre saneamento, o que está ajudando no nosso trabalho. Por exemplo, a gente agora sabe como orientar da forma mais correta sobre a limpeza da caixa d’água e explicar para o morador a importância desse hábito para a qualidade da água que ele bebe”, contou.

Para Tâmara Mota, gerente de Responsabilidade Social da concessionária, a cartilha só funciona porque foi construída junto com os agentes de saúde.

“O conhecimento técnico só chega às famílias quando passa pelo filtro da experiência desses profissionais. Eles são o elo”, afirma.

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