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Reservatórios cheios devem garatir boa vazão do São Francisco ao longo de 2026

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19/03/26

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Os principais reservatórios de regularização do Rio São Francisco entraram na segunda quinzena de março em patamares que ampliam a segurança hídrica e energética da bacia. As chuvas significativas, principalmente em Minas Gerais, estão garantindo vazões consideráveis desde dezembro.

Em Três Marias, no Centro de Minas Gerais, o volume útil atingiu 96,67% na atualização na noite terça-feira, 17 de março. Em Sobradinho, no norte da Bahia, o painel mais recente consultado indica 80,39% de volume útil, com manutenção de afluência elevada e defluência ainda bem abaixo da entrada de água.

O cenário fortalece a perspectiva de uma vazão mais favorável ao longo de 2026, com reflexos para a operação do sistema elétrico, para a biodiversidade e para as atividades ribeirinhas.

Na Usina Hidrelétrica de Três Marias, os dados mais recentes da Cemig mostram nível de 572,02 metros, afluência de 1.619,33 metros cúbicos por segundo (m³/s) e defluência de 787,75 m³/s. Apesar de ainda haver previsão de chuvas no Alto São Francisco, a companhia ainda não anunciou se será necessário abrir as comportas. Esta decisão é baseada nas avaliações de previsão meteorológica e de dados coletados no Rio São Francisco e afluentes formadores do reservatório.

Em Sobradinho, a cota é de 391,05 metros, afluência de 3.400 m³/s, defluência de 1.186 m³/s e volume útil de 80,39%. Em ambos os casos, o quadro é de reservatórios em condição confortável para a época, o que amplia a capacidade de regularização do Velho Chico entre Minas Gerais e o semiárido baiano.

O dado mais relevante é que os dois reservatórios seguem em níveis altos justamente na transição do período chuvoso para os próximos meses mais secos. Isso significa que o sistema entra em 2026 com mais água armazenada para sustentar descargas controladas no rio, reduzir o risco de restrições severas de vazão e dar maior previsibilidade aos usos múltiplos da água.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, Três Marias apresenta avanço expressivo. Há exatamente um ano, o volume útil do reservatório mineiro era de 81,54%. Agora, com 96,67%, houve alta de 15,13 pontos percentuais.

Sobradinho, por sua vez, estava em 83,17% há um ano e aparece agora com 80,39%, uma diferença de 2,78 pontos percentuais para baixo. Mesmo assim, o reservatório baiano voltou a operar acima de 80%, faixa considerada relevante para a regulação do rio e para a segurança do sistema hídrico do São Francisco. Além disso, a alta vazão a montante deve permanecer elevando o nível do reservatório por mais algumas semanas.

Na prática, a combinação entre Três Marias perto da capacidade máxima operacional e Sobradinho novamente acima de 80% melhora a condição de controle de vazões ao longo do eixo principal do rio. Isso porque Três Marias é o principal reservatório de regularização na parte alta da bacia, enquanto Sobradinho exerce papel decisivo no armazenamento e na gestão da água no Submédio São Francisco.

Mais margem para geração de energia conforme a demanda do ONS
Reservatórios mais cheios também aumentam a flexibilidade da operação energética. No Sistema Interligado Nacional (SIN), coordenado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), as hidrelétricas continuam com papel central no atendimento ao mercado de energia, em articulação com fontes como eólica, solar e térmica. Com mais água armazenada, o sistema ganha margem para atender a demanda de carga com maior segurança e para dosar melhor o uso dos reservatórios ao longo do ano.

Isso não significa liberação irrestrita de água nem geração máxima permanente. A operação segue submetida às regras da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), aos critérios do ONS e às necessidades do próprio sistema elétrico. Ainda assim, um cenário de armazenamento elevado reduz a pressão típica dos períodos críticos, quando a água precisa ser preservada com mais rigor e as vazões ficam mais limitadas.

No caso do São Francisco, isso é especialmente importante porque o rio atende simultaneamente à geração de energia, ao abastecimento humano, à irrigação, à pesca, à navegação, ao turismo e à manutenção de ecossistemas aquáticos. Quanto maior a reserva disponível, maior a possibilidade de conciliar esses usos sem depender de oscilações extremas na descarga das usinas.

A discussão sobre vazão controlada ganhou força no fim de fevereiro, quando o Ministério Público Federal ajuizou ação para pedir que Três Marias mantenha vazão mínima constante de 300 m³/s durante o dia, entre 6h e 18h. Segundo o MPF, a operação com variações bruscas entre descargas muito baixas no período diurno e mais altas à noite provoca o chamado “efeito sanfona”, que afeta a navegação, o turismo, a pesca e a vida aquática.

De acordo com a ação, a redução excessiva da lâmina d’água pode expor o leito do rio ao sol forte, concentrar poluentes, elevar a salinidade, diminuir o oxigênio disponível e prejudicar o ciclo reprodutivo de espécies nativas. O MPF também cita impactos diretos sobre pescadores, pequenos comerciantes e moradores que dependem da estabilidade do rio para trabalhar e se deslocar.

Nesse contexto, reservatórios em níveis mais altos tendem a favorecer uma operação mais previsível e menos agressiva para o ambiente. Com mais capacidade de regularização, cresce a chance de manutenção de uma vazão contínua e mais equilibrada, o que ajuda a preservar habitats aquáticos, reduz o estresse sobre os peixes, melhora as condições de captação de água e dá mais segurança para atividades como pesca artesanal, travessias, turismo fluvial e uso agrícola nas margens do rio.

Para comunidades ribeirinhas, a vazão controlada também representa mais previsibilidade no dia a dia. A estabilidade do nível do rio facilita o planejamento de plantios em áreas de vazante, o funcionamento de sistemas de irrigação, o acesso a pontos de embarque, a operação de pequenas embarcações e até atividades ligadas ao lazer e ao comércio local.

Cenário de 2026 é mais favorável para o Velho Chico
O momento atual não elimina a necessidade de monitoramento nem afasta completamente o risco de ajustes operacionais ao longo do ano. A evolução das chuvas nas sub-bacias, a demanda do sistema elétrico e as decisões de operação continuarão influenciando o comportamento do rio nos próximos meses até o fim do período chuvoso. Mesmo assim, os níveis atuais de Três Marias e Sobradinho colocam o São Francisco em uma condição mais favorável do que em vários momentos recentes.

Com Três Marias em 96,67% e Sobradinho em 80,39%, o sistema ganha mais capacidade para atravessar a estiagem com segurança, sustentando vazões melhores para a geração de energia e para os múltiplos usos da água. Para quem vive, produz e trabalha às margens do Velho Chico, o enchimento dos reservatórios representa mais do que um dado técnico: é um indicativo concreto de que 2026 pode ser um ano de maior estabilidade hídrica no principal rio do semiárido brasileiro.

Reservatórios cheios devem garatir boa vazão do São Francisco ao longo de 2026

Moradores de Apucarana podem enfrentar falta de água ao longo desta quarta-feira (18) após o forte temporal registrado na cidade. O abastecimento foi afetado pela alta turbidez dos rios Caviúna e Pirapó, que comprometeu temporariamente a produção de água no sistema responsável por cerca de 70% do município.

O prefeito Rodolfo Mota destaca que a Prefeitura acompanha a situação desde as primeiras horas do dia e mantém contato direto com a Sanepar. “A chuva foi muito intensa e acabou afetando o sistema, mas estamos acompanhando de perto junto à Sanepar para que o abastecimento seja normalizado o mais rápido possível. Neste momento, é importante que todos usem a água com consciência, priorizando o essencial”, afirmou.

A Defesa Civil de Apucarana, equipes de trânsito, da Guarda Civil Municipal, do Corpo de Bombeiros e da Secretaria de Serviços Públicos atuaram no atendimento às ocorrências registradas após o temporal. Um balanço será divulgado ainda nesta manhã, apontando os principais estragos causados na cidade.

De acordo com a Sanepar, o sistema chegou a ficar paralisado durante a noite e a madrugada devido ao arraste de terra e materiais pela enxurrada. A produção foi retomada nesta manhã, mas será necessário ao longo do dia recompor os níveis dos reservatórios, o que pode causar oscilações ou interrupções no fornecimento.

As regiões Oeste, Leste, Sul e Central, atendidas pelo Sistema Caviúna-Pirapó, podem ser as mais impactadas. Já a região Norte, o entorno do Country Clube, o Jaboti e o Distrito de Pirapó não devem ser afetados, pois são abastecidos por sistemas de poços.

A orientação é para que a população utilize a água com prioridade para alimentação e higiene pessoal, evitando desperdícios até a normalização do sistema, prevista para a noite desta quarta-feira. Imóveis com caixa d’água adequada tendem a sentir menos os efeitos da interrupção temporária.

Para mais informações ou registro de ocorrências, os moradores podem entrar em contato diretamente com a Sanepar pelo telefone 0800 200 0115, WhatsApp (41) 99544-0115 ou pelo aplicativo Sanepar Mobile.

Abastecimento de água é afetado após temporal e Prefeitura orienta uso consciente em Apucarana

Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) realizou, nesta terça-feira, 17 de março, a 951ª Reunião Deliberativa Ordinária, na qual aprovou itens relacionados à certificação de sustentabilidade de obra hídrica, outorgas de uso de recursos hídricos e reserva de disponibilidade hídrica para geração de energia.

Entre os destaques da pauta, foi aprovado o item de relatoria da diretora Larissa Rêgo, que trata da emissão do Certificado de Avaliação da Sustentabilidade de Obra Hídrica (CERTOH) para o empreendimento Sistema Adutor Agreste Potiguar, no Rio Grande do Norte.

A iniciativa integra um conjunto de ações estruturantes voltadas à ampliação da segurança hídrica na região e prevê o reforço do abastecimento de água para municípios do litoral leste e do agreste potiguar. O projeto será executado pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), com operação a cargo da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN).

Durante a reunião, a diretora destacou a relevância do empreendimento para o desenvolvimento regional. “Essa região que será beneficiada com essa obra tão importante leva a capacidade de três milhões de litros de água por hora. A construção representa um marco histórico para o desenvolvimento hídrico do Rio Grande do Norte”, afirmou.

De acordo com o voto da relatora, o sistema adutor terá cerca de 170 km de extensão e permitirá ampliar o abastecimento para mais de 38 municípios, contribuindo para a redução da pressão sobre mananciais e para a melhoria das condições de abastecimento urbano e rural.

A obra está incluída no Novo PAC, que fortalece o desenvolvimento hídrico do Rio Grande do Norte, e tem expectativa de atender uma população atual de 473,9 mil habitantes, podendo alcançar 510 mil pessoas até 2055.

Outorgas e reserva hídrica para geração de energia e irrigação

Também foram aprovados, sob relatoria da diretora Cristiane Battiston, outros itens da pauta. Um deles trata da Declaração de Reserva de Disponibilidade Hídrica (DRDH) para o aproveitamento hidrelétrico da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Santa Rita, no rio Sapucaí, no município de Guará (SP), em nome da Agência  Nacional  de  Energia  Elétrica  (ANEEL).

Outro refere-se à outorga de direito de uso de recursos hídricos de domínio da União, em nome de Sucocitrico Cutrale Ltda, para captação na Usina Hidrelétrica (UHE) Jupiá, localizada em Castilho (SP), com finalidade de irrigação.

Durante a reunião, a Diretoria também aprovou o item deliberativo número 5, incluído como extrapauta, que trata da outorga preventiva de uso de recursos hídricos para captação no açude Epitácio Pessoa, no município de Boqueirão (PB).

A outorga tem como finalidade o abastecimento público e atende à Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (CAGEPA), reforçando a segurança hídrica para a população da região.

Calendário

Está disponível no site da ANA o  calendário das reuniões deliberativas da Diretoria Colegiada para 2026. Ao longo do ano, estão previstos encontros mensais, com possibilidade de alterações nas datas. Para conferir os atos convocatórios, as atas dos encontros e demais informações, acesse a página das reuniões deliberativas no site da ANA.

Nas reuniões deliberativas da Diretoria Colegiada, os(as) diretores(as) da Agência decidem sobre temáticas relacionadas aos recursos hídricos, saneamento básico, segurança de barragens, entre outros assuntos de natureza regulatória. Na prática, esses encontros, que são transmitidos ao vivo pelo canal da Agência no YouTube, tratam de condições de operação de reservatórios, regras para o uso de recursos hídricos, normas de referência para o setor de saneamento básico, aspectos relativos à segurança de barragens, pedidos de outorga de direito de uso de recursos hídricos de domínio da União, entre outros temas. As partes interessadas em matérias deliberadas nessas reuniões podem solicitar espaço para sustentação oral por meio do site da ANA.

Assessoria Especial de Comunicação Social (ASCOM)
Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA)
(61) 2109-5129/5495/5103

Diretoria colegiada aprova certificação de obra hídrica no RN e delibera sobre outorgas em reunião colegiada

No Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, o debate sobre o uso eficiente dos recursos hídricos ganha ainda mais relevância. Embora o Brasil concentre uma das maiores disponibilidades de água doce do planeta, o país enfrenta desafios relacionados à distribuição do recurso e à pressão crescente sobre os sistemas de abastecimento.

Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), o consumo médio no país é de cerca de 150 litros por habitante por dia, acima dos 110 litros recomendados pela ONU. Ao mesmo tempo, o uso da água é intensivo em diversos setores da economia.

Dos cerca de 64 trilhões de litros de água retirados anualmente no Brasil, aproximadamente 60% são destinadosà agricultura, enquanto cerca de um quarto vai para o abastecimento urbano. Nesse cenário, alternativas que reduzam a pressão sobre mananciais ganham cada vez mais relevância.

Uma dessas soluções é o reuso de água, ou água reciclada, que permite que efluentes tratados sejam utilizados em atividades industriais, agrícolas ou urbanas, liberando água de melhor qualidade para o abastecimento humano. Segundo estudo da International Finance Corporation (IFC), a reciclagem de água costuma exigir menor investimento e gerar menos impacto ambiental do que outras fontes alternativas de suprimento hídrico.

“Água reciclada é uma estratégia inteligente para enfrentar os desafios da segurança hídrica, uma vez que, quando utilizada em atividades industriais em larga escala, preservamos água de mananciais para o abastecimento da população”, afirma Márcio José, CEO da Aquapolo.

Case brasileiro: Aquapolo evita uso de água potável na indústria

No Brasil, um dos exemplos mais emblemáticos dessa estratégia é a Aquapolo Ambiental, maior empreendimento de reciclagem de água da América Latina. A planta trata e fornece cerca de 1 bilhão de litros de água reciclada por mês para o Polo Petroquímico de Capuava e outras indústrias do ABC. Com isso, essas empresas deixam de utilizar água potável ou captada diretamente de mananciais em seus processos produtivos.

O resultado é uma contribuição direta para a segurança hídrica regional, especialmente em um contexto de mudanças climáticas e maior variabilidade no regime de chuvas. “A água reciclada permite que a indústria continue operando sem pressionar ainda mais os mananciais. É uma solução que beneficia tanto o setor produtivo quanto a sociedade”, afirma Márcio José.

Com segurança regulatória e planejamento adequado, o Brasil pode alcançar até 10% de reuso de água em relação ao esgoto tratado até 2035, o que contribuiria significativamente para a segurança hídrica diante da crise climática, de acordo com estimativa é do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebds). Atualmente, no Brasil, o índice de água reciclada é de 1,5%, de acordo com o Instituto Reúso de Água, e somente com destinação industrial.

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